Made4Flow 2.11.1: exportação de NetFlow para mitigação DDoS, novos alertas e muito mais 

Veja o que há de novo no Made4Flow 2.11.1: exporte NetFlow V5, V9 e sFlow para plataformas de mitigação DDoS, configure alertas por roteador e integre com sistemas externos via API REST. Quem opera uma rede de médio ou grande porte sabe que visibilidade de tráfego não é diferencial — é sobrevivência. Identificar um ataque DDoS em andamento, saber de qual país está vindo o tráfego anômalo, ou integrar o analisador de NetFlow com a plataforma de mitigação da operadora sem precisar reconfigurar roteadores: essas são dores reais de times de NOC e segurança no dia a dia. A versão 2.11.1 do Made4Flow, disponível a partir de 27 de fevereiro de 2026, endereça exatamente essas demandas. Neste artigo, detalhamos cada novidade e o que ela resolve na prática. O que é o Made4Flow e para quem é esta atualização? O Made4Flow é um analisador de NetFlow e sFlow desenvolvido pela Made4it para provedores de internet, operadoras e equipes de NOC que precisam de visibilidade detalhada sobre o tráfego de rede. Ele coleta flows exportados pelos roteadores (NetFlow V5, V9, sFlow, IPFIX), aplica inteligência sobre esses dados e entrega gráficos, alertas e análises em tempo real. Esta atualização é relevante especialmente para quem: Como exportar NetFlow para uma plataforma de mitigação DDoS — sem mexer nos roteadores Esta é a novidade mais aguardada da versão 2.11.1 por equipes que operam plataformas de mitigação DDoS. O cenário anterior era assim: para enviar flows para uma solução de mitigação de terceiros, era necessário configurar o roteador para exportar simultaneamente para dois destinos — o coletor do Made4Flow e o coletor da plataforma de mitigação. Em muitos ambientes, isso não é simples, é arriscado ou simplesmente inviável. Com o novo replicador de flows do Made4Flow, o roteador continua exportando normalmente para o Made4Flow. A partir daí, a própria plataforma replica e encaminha os flows para qualquer destino externo, nos formatos: A configuração é feita diretamente na interface do Made4Flow — sem downtime, sem janela de manutenção nos roteadores, sem risco operacional. Para provedores que usam soluções como Wanguard, NSFOCUS, Arbor ou qualquer outra plataforma que consuma NetFlow ou sFlow, esta funcionalidade elimina uma dependência complexa e acelera a integração. Integre sua plataforma de mitigação DDoS ao Made4Flow e replique NetFlow V5, V9, IPFIX ou sFlow com apenas uma configuração. Análise de ameaças: nova visualização para identificar ataques internos A página de Análise de Ameaças do Made4Flow recebeu uma reformulação completa na versão 2.11.1. O novo layout consolida em uma única tela as principais métricas de segurança: total de ameaças detectadas, IPs suspeitos, volume de tráfego malicioso, distribuição temporal dos incidentes e os principais alvos. A visão geográfica de ameaças também foi aprimorada, facilitando a correlação entre origem do ataque e impacto na rede. Para times de segurança que precisam responder rapidamente a incidentes, isso representa menos cliques e mais contexto disponível no momento crítico. Descubra quem está causando ataques dentro da sua rede interna em UM CLIQUE. Alertas de sampling rate e por roteador: pare de analisar dados distorcidos Um dos problemas mais silenciosos no monitoramento com NetFlow é a incompatibilidade de sampling rate. Quando o valor configurado na ferramenta de análise é diferente do que o roteador está efetivamente aplicando, todos os gráficos de tráfego ficam distorcidos — e a equipe pode tomar decisões baseadas em dados errados sem perceber. A versão 2.11.1 adiciona dois tipos de alertas específicos para esse cenário: Alerta de incompatibilidade de sampling rate Notifica automaticamente quando o valor de amostragem configurado no Made4Flow diverge do que o roteador está reportando. Isso é especialmente útil em ambientes com múltiplos roteadores de fabricantes diferentes (Cisco, Huawei, MikroTik, Juniper), onde o padrão de sampling pode variar. Alertas explícitos por roteador Cada roteador cadastrado no Made4Flow agora pode ter seus próprios alertas ativos, visíveis diretamente na listagem de equipamentos e na página de edição. Isso facilita a gestão em ambientes com dezenas ou centenas de roteadores monitorados. Seja alertado antes que o problema afete seus dados — configure em minutos. Tráfego por país e App por prefixo: visibilidade geográfica em tempo real Para provedores de internet e operadoras, saber de onde vem o tráfego é tão importante quanto saber quanto tráfego existe. Um pico vindo de determinado país pode indicar um ataque volumétrico em andamento; um prefixo específico consumindo banda fora do padrão pode sinalizar um cliente comprometido. A versão 2.11.1 adiciona uma nova tela de visualização com gráficos de tráfego segmentados por: Essa visibilidade estava disponível nos dados brutos, mas agora ganha formato visual nativo, sem necessidade de exportar dados, cruzar planilhas ou usar ferramentas externas. Veja em segundos qual país ou prefixo está gerando tráfego fora do padrão — e aja antes que o ataque escale. Agregação por TCP Flags e países: detecte padrões de ataque DDoS com precisão Ataques DDoS modernos muitas vezes se disfarçam em volume de tráfego aparentemente normal. A análise de TCP Flags — como floods de SYN, ACK ou RST — é uma das formas mais eficazes de identificar tráfego malicioso antes que ele impacte os serviços. A versão 2.11.1 adiciona novas abas de agregação nos dados brutos do Made4Flow: Para equipes de segurança que investigam incidentes, a combinação de análise por flags e por origem geográfica é especialmente poderosa para correlacionar técnica de ataque com origem. Identifique ataques por padrão de TCP Flags e origem geográfica em segundos, sem ferramentas externas. API REST do Made4Flow: integre com qualquer sistema A versão 2.11.1 marca a chegada da API REST oficial do Made4Flow, abrindo a plataforma para integrações programáticas com outros sistemas. A API oferece: Na prática, isso possibilita integrações com Zabbix, Grafana, sistemas de ticketing, SIEM, painéis externos e qualquer sistema que consuma dados via HTTP. Conecte o Made4Flow ao seu ecossistema e automatize dados de rede com sua própria stack. Outras melhorias da versão 2.11.1 Correções da versão 2.11.1 Perguntas frequentes sobre o Made4Flow 2.11.1 O Made4Flow consegue exportar NetFlow para a minha plataforma de mitigação DDoS?Sim. A partir da versão 2.11.1, o

Como a Pontonet saiu do caos de servidores e reduziu custos com Proxmox

Descubra como a Made4it transformou um cenário de falha total em uma infraestrutura moderna, resiliente e mais barata. 16/09/2025 • Por Made4it A cena é familiar para qualquer gestor de TI: fim do mês, boletos a emitir, sistema rodando… até que tudo cai. Foi exatamente isso que aconteceu com a Pontonet, quando uma falha simultânea em um servidor físico colocou em risco todo o negócio. Pare e pense: se todos os seus discos quebrassem hoje, quanto custaria recuperar informações de um ano inteiro? Foi nessa hora que a Made4it entrou em ação para transformar o desastre em oportunidade. O problema: falha simultânea e ausência de backup Esse é o tipo de risco que muitas empresas ignoram até ser tarde demais. Soluções na mesa: manter VMware ou migrar? Diante do desastre, avaliamos duas alternativas: Continuar no VMware Migrar para Proxmox Por que Proxmox? O Proxmox é mais do que uma alternativa gratuita. Ele oferece: Quando comparado ao VMware, o Proxmox provou ser mais ágil, econômico e seguro. O papel da Made4it nessa virada A Pontonet já era cliente de redes e servidores da Made4it. Ao ocorrer a falha, tomamos as seguintes ações: Esse processo evidenciou nosso domínio técnico e capacidade de transformar crises em oportunidades de inovação. Resultados: segurança e economia Após a migração: Proxmox e Made4it: a combinação vencedora Essa história mostra que tecnologia e estratégia caminham juntas. De nada adianta investir em licenças caras se o projeto não contempla redundância e backup; da mesma forma, uma solução open source requer expertise para ser aplicada com segurança. A Made4it entrega ambos: conhecimento aprofundado e soluções acessíveis. Você conhece alguém que ainda depende de um servidor velho e sem backup? Envie este artigo! E se você não quer descobrir no susto que sua empresa está vulnerável, converse com nossos especialistas.

Por que ter um servidor próprio em seu Provedor?

Nos dias de hoje, a infraestrutura de TI é o alicerce de qualquer empresa, especialmente quando se trata de provedores de serviços de Internet (ISP) e clientes corporativos.A capacidade de entregar serviços confiáveis e de alto desempenho depende significativamente da escolha entre usar servidores próprios ou depender de serviços de terceiros.Neste artigo, exploraremos as razões pelas quais ter um servidor próprio é uma escolha estratégica e vantajosa para ISPs e empresas corporativas. 1 – Controle total da Infraestrutura: Ao possuir seus próprios servidores, você ganha controle total sobre a infraestrutura. Isso significa que você pode adaptar os recursos do servidor de acordo com as necessidades específicas da sua organização.Desde o processamento até o armazenamento de dados, você decide como a infraestrutura é configurada e gerenciada.Isso resulta em maior flexibilidade para atender às demandas em constante evolução do mercado. 2 – Personalização de segurança: A segurança é uma preocupação central em qualquer operação de TI. Ter um servidor próprio permite que você personalize as medidas de segurança de acordo com seus padrões e requisitos específicos.Você pode implementar firewalls, sistemas de detecção de intrusões, criptografia e outras camadas de segurança conforme necessário, garantindo a proteção dos dados e a privacidade dos clientes. 3 – Desempenho e latência otimizados: O desempenho é crucial para ISPs e empresas corporativas que precisam atender a um grande número de clientes ou funcionários.Servidores próprios oferecem a capacidade de ajustar o hardware e a rede para otimizar o desempenho e reduzir a latência. Isso resulta em serviços mais rápidos e confiáveis, o que pode ser a chave para ganhar e manter a satisfação do cliente. 4 – Escalabilidade sob demanda: A capacidade de escalabilidade é vital para lidar com picos de demanda ou expansão futura. Com servidores próprios, você tem o controle direto sobre como e quando escalar seus recursos de acordo com suas necessidades.Isso significa que você não está preso a limitações de terceiros e pode crescer conforme sua organização exige. 5 – Redução de custos a longo prazo: Enquanto o investimento inicial em servidores próprios pode parecer significativo, a longo prazo, isso geralmente resulta em economia de custos.Você elimina as despesas recorrentes associadas ao uso de serviços de terceiros e obtém um retorno sobre o investimento mais rápido.Além disso, você pode planejar a manutenção e atualização de hardware de acordo com seu próprio cronograma, evitando surpresas de custos inesperados. 6 – Conformidade e privacidade: Muitas organizações, especialmente aquelas que lidam com dados sensíveis, precisam cumprir regulamentações específicas de privacidade e segurança.Ter servidores próprios oferece maior controle sobre o cumprimento dessas regulamentações, garantindo que os dados do cliente estejam protegidos e que a organização esteja em conformidade com as leis aplicáveis. 7 – Suporte e manutenção personalizados: Quando você possui seus próprios servidores, pode estabelecer políticas de suporte e manutenção personalizadas. Isso significa que você pode responder rapidamente a problemas técnicos e garantir um tempo de inatividade mínimo.Além disso, você está no comando de garantir que os servidores estejam sempre atualizados, em ótimo estado de funcionamento, e também com rotinas de backup configuradas, por exemplo. Em resumo, a escolha de ter servidores próprios oferece um controle sem precedentes sobre sua infraestrutura de TI. Isso não apenas permite maior flexibilidade e personalização, mas também pode resultar em economias a longo prazo e melhorias significativas no desempenho e na segurança.Para ISPs e empresas corporativas que buscam excelência em serviços de TI, ter um servidor próprio é uma escolha estratégica e vantajosa! Está precisando se adequar a qualquer um dos tópicos acima, ou ainda não tem um Servidor próprio? Conte conosco para validarmos juntos cada etapa necessária e configurarmos uma estrutura resiliente de Servidores para sua empresa! Fale conosco

A importância de um provedor ter um DNS próprio

Um provedor sempre busca fornecer a internet com melhor qualidade para seus clientes, e um fator muito importante para conseguirmos navegar na internet é possuirmos um servidor DNS recursivo configurado, o porquê disso e como ele funciona já entendemos, mas como ter um servidor dentro da sua rede vai melhorar ainda mais a navegação de seus clientes?

Criação de VPN utilizando PFSense e OpenVPN

Basicamente, VPN significa Rede Virtual Privada (ou, Virtual Private Network), e serve como um túnel entre dois pontos de conexão. Ao estabelecer uma VPN entre um computador em sua residência e um PFSense em sua empresa, por exemplo, o túnel criado faz com que seu computador possa atuar como se estivesse ‘dentro’ da rede local de sua empresa, permitindo acesso a servidores e equipamentos, isso, se o PFSense for alcançável através de sua máquina residencial. Agora que entendemos do que se trata a VPN, vamos aprender a configurar utilizando o PFSense para estabelecer a conexão entre suas redes distintas. Configurando a VPN Vamos utilizar o ‘Wizard’ do próprio PFSense para essa configuração. Para isso, vamos no menu VPN > OpenVPN. Então, clique na Aba Wizards: Então, é isso pessoal, esse foi o nosso guia de configuração de OpenVPN utilizando PFSense e configuração para conectar nela, utilizando o OpenVPN Client, com os arquivos providenciados pelo próprio PFSense.Caso precise de ajuda ou suporte para a manutenção do PFSense, entre em contato que podemos lhe ajudar!Obrigado e até a próxima!

Instalação de PFSense como Gateway de sua rede.

512px PfSense logo

Ao finalizar o Wizard, teremos nosso PFSense pronto para o uso! Nos próximos posts. Iremos ensinar a criar uma VPN utilizando o PFSense, para que tenha acesso à sua Rede Interna, através de sua casa. Obrigado e até os próximos Posts. Adriano Elias de SouzaConsultor de TIMade4it

A Made4it surge para suprir as necessidades do mercado, que vem exigindo cada vez mais soluções personalizadas.