Made4Flow 2.11.1: exportação de NetFlow para mitigação DDoS, novos alertas e muito mais

Veja o que há de novo no Made4Flow 2.11.1: exporte NetFlow V5, V9 e sFlow para plataformas de mitigação DDoS, configure alertas por roteador e integre com sistemas externos via API REST. Quem opera uma rede de médio ou grande porte sabe que visibilidade de tráfego não é diferencial — é sobrevivência. Identificar um ataque DDoS em andamento, saber de qual país está vindo o tráfego anômalo, ou integrar o analisador de NetFlow com a plataforma de mitigação da operadora sem precisar reconfigurar roteadores: essas são dores reais de times de NOC e segurança no dia a dia. A versão 2.11.1 do Made4Flow, disponível a partir de 27 de fevereiro de 2026, endereça exatamente essas demandas. Neste artigo, detalhamos cada novidade e o que ela resolve na prática. O que é o Made4Flow e para quem é esta atualização? O Made4Flow é um analisador de NetFlow e sFlow desenvolvido pela Made4it para provedores de internet, operadoras e equipes de NOC que precisam de visibilidade detalhada sobre o tráfego de rede. Ele coleta flows exportados pelos roteadores (NetFlow V5, V9, sFlow, IPFIX), aplica inteligência sobre esses dados e entrega gráficos, alertas e análises em tempo real. Esta atualização é relevante especialmente para quem: Como exportar NetFlow para uma plataforma de mitigação DDoS — sem mexer nos roteadores Esta é a novidade mais aguardada da versão 2.11.1 por equipes que operam plataformas de mitigação DDoS. O cenário anterior era assim: para enviar flows para uma solução de mitigação de terceiros, era necessário configurar o roteador para exportar simultaneamente para dois destinos — o coletor do Made4Flow e o coletor da plataforma de mitigação. Em muitos ambientes, isso não é simples, é arriscado ou simplesmente inviável. Com o novo replicador de flows do Made4Flow, o roteador continua exportando normalmente para o Made4Flow. A partir daí, a própria plataforma replica e encaminha os flows para qualquer destino externo, nos formatos: A configuração é feita diretamente na interface do Made4Flow — sem downtime, sem janela de manutenção nos roteadores, sem risco operacional. Para provedores que usam soluções como Wanguard, NSFOCUS, Arbor ou qualquer outra plataforma que consuma NetFlow ou sFlow, esta funcionalidade elimina uma dependência complexa e acelera a integração. Integre sua plataforma de mitigação DDoS ao Made4Flow e replique NetFlow V5, V9, IPFIX ou sFlow com apenas uma configuração. Análise de ameaças: nova visualização para identificar ataques internos A página de Análise de Ameaças do Made4Flow recebeu uma reformulação completa na versão 2.11.1. O novo layout consolida em uma única tela as principais métricas de segurança: total de ameaças detectadas, IPs suspeitos, volume de tráfego malicioso, distribuição temporal dos incidentes e os principais alvos. A visão geográfica de ameaças também foi aprimorada, facilitando a correlação entre origem do ataque e impacto na rede. Para times de segurança que precisam responder rapidamente a incidentes, isso representa menos cliques e mais contexto disponível no momento crítico. Descubra quem está causando ataques dentro da sua rede interna em UM CLIQUE. Alertas de sampling rate e por roteador: pare de analisar dados distorcidos Um dos problemas mais silenciosos no monitoramento com NetFlow é a incompatibilidade de sampling rate. Quando o valor configurado na ferramenta de análise é diferente do que o roteador está efetivamente aplicando, todos os gráficos de tráfego ficam distorcidos — e a equipe pode tomar decisões baseadas em dados errados sem perceber. A versão 2.11.1 adiciona dois tipos de alertas específicos para esse cenário: Alerta de incompatibilidade de sampling rate Notifica automaticamente quando o valor de amostragem configurado no Made4Flow diverge do que o roteador está reportando. Isso é especialmente útil em ambientes com múltiplos roteadores de fabricantes diferentes (Cisco, Huawei, MikroTik, Juniper), onde o padrão de sampling pode variar. Alertas explícitos por roteador Cada roteador cadastrado no Made4Flow agora pode ter seus próprios alertas ativos, visíveis diretamente na listagem de equipamentos e na página de edição. Isso facilita a gestão em ambientes com dezenas ou centenas de roteadores monitorados. Seja alertado antes que o problema afete seus dados — configure em minutos. Tráfego por país e App por prefixo: visibilidade geográfica em tempo real Para provedores de internet e operadoras, saber de onde vem o tráfego é tão importante quanto saber quanto tráfego existe. Um pico vindo de determinado país pode indicar um ataque volumétrico em andamento; um prefixo específico consumindo banda fora do padrão pode sinalizar um cliente comprometido. A versão 2.11.1 adiciona uma nova tela de visualização com gráficos de tráfego segmentados por: Essa visibilidade estava disponível nos dados brutos, mas agora ganha formato visual nativo, sem necessidade de exportar dados, cruzar planilhas ou usar ferramentas externas. Veja em segundos qual país ou prefixo está gerando tráfego fora do padrão — e aja antes que o ataque escale. Agregação por TCP Flags e países: detecte padrões de ataque DDoS com precisão Ataques DDoS modernos muitas vezes se disfarçam em volume de tráfego aparentemente normal. A análise de TCP Flags — como floods de SYN, ACK ou RST — é uma das formas mais eficazes de identificar tráfego malicioso antes que ele impacte os serviços. A versão 2.11.1 adiciona novas abas de agregação nos dados brutos do Made4Flow: Para equipes de segurança que investigam incidentes, a combinação de análise por flags e por origem geográfica é especialmente poderosa para correlacionar técnica de ataque com origem. Identifique ataques por padrão de TCP Flags e origem geográfica em segundos, sem ferramentas externas. API REST do Made4Flow: integre com qualquer sistema A versão 2.11.1 marca a chegada da API REST oficial do Made4Flow, abrindo a plataforma para integrações programáticas com outros sistemas. A API oferece: Na prática, isso possibilita integrações com Zabbix, Grafana, sistemas de ticketing, SIEM, painéis externos e qualquer sistema que consuma dados via HTTP. Conecte o Made4Flow ao seu ecossistema e automatize dados de rede com sua própria stack. Outras melhorias da versão 2.11.1 Correções da versão 2.11.1 Perguntas frequentes sobre o Made4Flow 2.11.1 O Made4Flow consegue exportar NetFlow para a minha plataforma de mitigação DDoS?Sim. A partir da versão 2.11.1, o
MC-LAG em roteadores Huawei
Como configurar MC-LAG na Huawei: E-Trunk, Eth-Trunk, LACP e BFD passo a passo. Aprenda MC-LAG em Huawei, hoje mostramos o porquê do E-Trunk (multi-chassis), quando usar Eth-Trunk (agregação), como ajustar LACP para portas ativas/backup e como o BFD encurta o MTTR. Incluímos recomendações de hash em cenários MPLS e um roteiro de testes para validar o comportamento em falhas. O link-aggregation (LAG), chamado de Trunk na Huawei (Eth-Trunk quando é Ethernet), é uma tecnologia que combina múltiplas interfaces físicas em uma única interface lógica. Com link-aggregation ganhamos: O LAG tradicional é sempre entre dois dispositivos, ponto a ponto: Tipos de LAG para Huawei De forma bem simples, na Huawei temos três jeitos principais de usar Eth-Trunk: No contexto de MC-LAG, o que importa pra nós são basicamente: Vamos simplificar: Manual Static LACP Como o Trunk balanceia o tráfego O Eth-Trunk não “soma portas” como uma porta gigante. O equipamento decide por qual membro mandar cada fluxo usando algoritmos de balanceamento. Isso define dois comportamentos principais: Load-balance baseado em hash É o padrão na maioria dos roteadores/switches. Funciona assim: O hash pode usar vários critérios, por exemplo: Com hash, o modo padrão é per-flow: Hash tem uma consequência importante: Nem sempre distribui banda de forma uniforme.Dependendo da distribuição dos fluxos (hash), um membro pode ficar no gargalo enquanto outro quase sem tráfego. Isso é normal. Load-balance dinâmico Alguns equipamentos suportam o modo dynamic, que monitora a carga instantânea de cada membro e realoca fluxos entre links que estejam subutilizados ou sobrecarregados. Um equipamento que usa esse tipo de balanceamento são os switches da Datacom. E o que os chips conseguem usar para o hash? Esse ponto quase ninguém fala, mas é crucial. Dependendo do ASIC, o roteador pode olhar: No caso de MPLS: Isso importa porque: Exemplos práticos: Em resumo: Quanto maior a profundidade MPLS que o ASIC enxerga, melhor será a distribuição dos fluxos MPLS no LAG. O que o LACP faz O LACP (Link Aggregation Control Protocol, IEEE 802.3ad) é o cara que: Na Huawei, quando o Eth-Trunk está em static LACP, as interfaces membros: O lado com maior prioridade de sistema (menor valor numérico) vira o Actor. A partir daí: O que precisa estar “OK” para o LAG subir direito Pra um Eth-Trunk com LACP funcionar como esperado, alguns pontos precisam estar alinhados entre os dois lados: O que o LACP faz é usar system priority + system ID + interface priority + interface number para: Entrando no MC-LAG Até aqui falamos de LAG “normal”, ou seja, entre dois dispositivos apenas. O MC-LAG (Multi-Chassis LAG) entra quando você quer ter: A ideia é simples: Objetivo principal do MC-LAG: É basicamente levar a ideia de redundância do nível de porta/link para o nível de dispositivo. Ativo/ativo vs ativo/backup Em muitos vendors você encontra MC-LAG em dois sabores: Na Huawei, para esse cenário específico com E-Trunk/mLACP, o comportamento é ativo/backup: MC-LAG na Huawei: E-Trunk vs mLACP Em Huawei, existem duas formas principais de implementar MC-LAG: A diferença está no mecanismo de controle entre os PEs: Neste artigo, vamos focar no E-Trunk, que é a forma “clássica” de MC-LAG em muitos cenários de PE–CE. Como o E-Trunk funciona Não confundir E-Trunk (a tecnologia de sync entre chassis) com o Eth-Trunk (o link-aggregation em si). Pense no seguinte cenário: Os PEs então: Com isso: Quando acontece uma falha: Opcionalmente, você pode: Conectividade CE ↔ PEs com E-Trunk Alguns pontos importantes de design: Casos de uso Na topologia abaixo, iremos abordar dois casos de uso para o MC-LAG (existem muitos outros). 1) MC-LAG protegendo VPLS (camada 2) No topo do desenho, o CE1 está multihomed em PE1 e PE2 usando MC-LAG, todos na mesma instância VPLS-1.Do lado da rede, PE1/PE2 fecham a VPLS com o PE3, que entrega o mesmo serviço para o CE2. É uma proteção L2 fim-a-fim da VPLS, com redundância de equipamento e de POP. 2) MC-LAG protegendo /30 L3 (camada 3) Na parte de baixo do desenho, o CE3 recebe um /30 L3 via MC-LAG, dual-homed em PE2 e PE3. Configurando o ambiente Agora que você já conhece todos os conceitos por trás do MC-LAG, vamos para o laboratório. Vamos utilizar o ambiente virtual PNETLAB, com a imagem Huawei NE40 V22. As portas físicas e ligações entre dispositivos estão descritas na topologia abaixo. A configuração dos CEs é simples: um mikrotik (ROS 7.6) usando interfaces bonding, com LACP fast (em 1s). O CE3 é simplesmente uma interface física com VLAN. CE1 CE2 CE3 A configuração dos PEs compreende as interfaces ponto a ponto, ativas com OSPF, MPLS. Nas interfaces de acesso, as configurações de LAG e de sincronização e-trunk. E na camada de serviços, colocamos o VPLS (VSI) e também o gateway L3 (com o macete do mac-address e mesmo IP). PE1 – Camada Core Serviço MLAG e E-trunk Aqui neste ponto está o grande diferencial do MLAG. Vamos primeiramente criar um Eth-Trunk comum, e depois associamos ele a uma configuração e-trunk, que faz a mágica do MLAG acontecer. Com o LAG criado, agora precisamos criar a configuração do e-trunk. Para configurá-lo, precisamos: No nosso laboratório, iremos fechar entre a loopback do PE1 com o PE2 – estes fazem parte do MLAG na perspectiva do CE1. A prioridade de master será do PE2, com prioridade 5. Os timers configurados são 9 para hello e 30 para hold-timer. Por fim, é hora de associar a interface LAG com o e-trunk, criando assim um MLAG na perspectiva do CE1. Serviços VPLS PE2 – Camada Core As configurações CORE e VPLS do PE2 são similares às do PE1 Serviço MLAG e E-trunk Serviços Gateway redundante Para o serviço de gateway redundante para o CE3, iremos: PE3 – Camada Core As configurações CORE do PE3 são similares às do PE1. Serviços VPLS Diferente dos PE1 e PE2 que tem um MLAG com o CE, neste caso a comunicação PE3xCE2 ocorre diretamente na interface física com a vlan 10. As configurações de VPLS permanecem iguais, a diferença está nos peers, que fechamos o VPLS com o PE1 e PE2 ao mesmo tempo. Serviços Gateway redundante Validando as configurações e redundância MC-LAG entre dispositivos Na visão do CE1, ele tem duas portas ativas no LAG bond2, sendo a porta ether2 – que fala com PE2 – a principal. A outra fica pronta
Onde utilizar Ufispace
Equipamentos Ufispace: Utilizações e Serviços Suportados Introdução A Ufispace é uma empresa no campo de redes e telecomunicações, especializada em fornecer soluções de infraestrutura de rede de alta qualidade. Seus equipamentos são projetados para atender às demandas crescentes de conectividade, capacidade e desempenho em diversos setores. Neste artigo, exploraremos os equipamentos S9600-72XC, S9600-56DX e S9510-28DC, onde eles podem ser utilizados e quais serviços eles suportam. Equipamentos da Ufispace S9600-72XC – Conta com 8 portas 40/100G, 64 portas 1/10/25G, 2 portas 10G (MGMT, Óptica) e 1 porta 100/1000M (MGMT, Elétrica); Processador Intel Skylake-D 8-Core @ 1.9GHz, memória 32GB DDR4, armazenamento 128GB SSD e performance de Switching Capacity 2.4Tbps, Deep Buffer 4GB. S9600-56DX – Conta com 8 portas 40/100/400G, 48 portas 40/100G, 4 portas 1/10/25G e 1 porta 100/1000M (MGMT, Elétrica); Processador Intel Icelake-D 8-Core @ 2.1GHz, memória 32GB DDR4, armazenamento 128GB SSD e performance de Switching Capacity 4.8Tbps, Deep Buffer 8GB. S9510-28DC – Conta com 2 portas 100/400G, 2 portas 40/100G, 24 portas 10/25G e 1 porta 100/1000M (MGMT, Elétrica); Processador Intel Denverton-NS 4-Core @ 1.6GHz (Standard) / Intel Denverton-NS 8-Core @ 1.7GHz (Premium), memória 8GB DDR4 (Standard) / 16GB DDR4 (Premium), armazenamento 32GB SSD (Standard) / 128GB SSD (Premium) e performance de Switching Capacity 800Gbps, Deep Buffer 2GB. Utilizações dos Equipamentos Ufispace Devido à sua alta densidade de portas e capacidade de comutação. Como Data Center Core ou Agregador de servidores. Podem ser utilizados em cenários de topologia Core, Agregação, trabalhando como BGP, MPLS, como P e PE. Em cenários de L2VPN, L3VPN, 6PE. Conclusão Os switches da Ufispace são uma ótima opção em data centers para funções críticas como núcleo e agregação de servidores devido à alta densidade de portas e capacidade de comutação. Para ISPs, eles oferecem robustez e flexibilidade necessárias para topologias complexas, suportando protocolos como BGP e MPLS, além de serviços como L2VPN e L3VPN. Equipados com processadores de última geração, memória abundante e armazenamento eficiente, esses switches garantem desempenho superior e alta capacidade, tornando-os ideais para construir infraestruturas de rede modernas e eficientes.
Como configurar Netflow em Roteadores Nokia
Hoje vamos demonstrar como configurar o seu roteador Nokia SR OS para exportar Netflow (cflowd). Aqui temos a topologia da Rede e as informações do Servidor de Netflow Estes são os passos necessários para configuração do Roteador Nokia SR OS para exportar Netflow v9/v10 via IP Netstream 1 – Configurar o Servidor de NTP2 – Configurar os parâmetros do cflowd com o Servidor de Netflow3 – Configurar a interface para habilitar o Netflow Vamos para a configuração passo a passo: 1.Configurar o Servidor de NTP É importante configurar um Servidor de NTP pois os dados Flows usam timestamp de acordo com a hora do Roteador, caso o roteador esteja com uma hora diferente do servidor, os dados não irão estar de acordo com a hora, gerando um desencontro de informações. É importante que seja configurado no mínimo 2 servidores de NTP e também o timezone de seu roteador. 2 – Configurar os parâmetros do cflowd com o Servidor de Netflow 3- Configurar a interface para habilitar o Netflow Por último precisamos ativar nas interfaces que irão exportar o Netflow, para isso em cada interface utilize os comandos: Segue abaixo a configuração completa do Roteador: E em todas as interfaces habilitar: Descrição detalhada Alguns comandos extras para análise do flow: Conheça o Made4Flow Suporte (WhatsApp)
Interligando dois Virtual Systems (VS) na plataforma Huawei NE (Interligando 2 roteadores virtuais no Huawei NE)
A outra forma de interligar… Interligando dois VS via VPN VPWS CCC # Admin-VS ! Lado L2 Admin-VS interface Virtual-Ethernet0/2/100 ve-group 100 l2-terminate interface Virtual-Ethernet0/2/100.100 vlan-type dot1q 100 ! Lado L2 VS1 interface Virtual-Ethernet0/2/200 ve-group 200 l2-terminate interface Virtual-Ethernet0/2/200.100 vlan-type dot1q 100 ! Interligação MPLS CCC VPWSccc teste interface Virtual-Ethernet0/2/100.100 tagged out-interface Virtual-Ethernet0/2/200.100 tagged # Admin-VS ! Lado L3 Admin-VS interface Virtual-Ethernet0/2/101 mac-address c4b8-b434-ab45 ve-group 100 l3-access interface Virtual-Ethernet0/2/101.100 vlan-type dot1q 100 ip address 10.1.1.1 255.255.255.252 ! Lado L3 VS1 interface Virtual-Ethernet0/2/201 ve-group 200 l3-access interface Virtual-Ethernet0/2/201.100 vlan-type dot1q 100 # Admin-VSadmin virtual-system vs1 pvmb slot 3 port-mode port assign interface Virtual-Ethernet0/2/201.100 # VS1 ! Lado L3 VS1interface Virtual-Ethernet0/2/201.100 vlan-type dot1q 100 ip address 10.1.1.2 255.255.255.252 Considerações sobre o cenário Validações <HUAWEI>display vll ccctotal ccc vc : 1local ccc vc : 1, 1 upremote ccc vc : 0, 0 up name: teste, type: local, state: up,intf1: Virtual-Ethernet0/2/100.100 (up), access-port: false intf2: Virtual-Ethernet0/2/200.100 (up), access-port: false VC last up time : 2020/02/17 14:40:58VC total up time: 0 days, 0 hours, 16 minutes, 37 seconds Admin-VS:<HUAWEI>ping 10.1.1.2 PING 10.1.1.2: 56 data bytes, press CTRL_C to break Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 msd Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms — 10.1.1.2 ping statistics — 5 packet(s) transmitted 5 packet(s) received 0.00% packet loss round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms VS1:<HUAWEI-vs1>ping 10.1.1.1 PING 10.1.1.1: 56 data bytes, press CTRL_C to break Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms — 10.1.1.1 ping statistics — 5 packet(s) transmitted 5 packet(s) received 0.00% packet loss round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms<HUAWEI>ping 10.1.1.2 PING 10.1.1.2: 56 data bytes, press CTRL_C to break Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 msd Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms — 10.1.1.2 ping statistics — 5 packet(s) transmitted 5 packet(s) received 0.00% packet loss round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms <HUAWEI>displ bgp peer BGP local router ID : 192.168.88.100 Local AS number : 11111 Total number of peers : 1 Peers in established state : 1 Peer V AS MsgRcvd MsgSent OutQ Up/Down State PrefRcv 10.1.1.2 4 22222 25 25 0 00:19:38 Established 0<HUAWEI>displ ospf peer brief (M) Indicates MADJ neighbor OSPF Process 1 with Router ID 10.0.0.1 Peer Statistic InformationTotal number of peer(s): 1 Peer(s) in full state: 1—————————————————————————– Area Id Interface Neighbor id State 0.0.0.0 VE0/2/101.100 10.0.0.2 Full<HUAWEI> displ ospfv3 peer OSPFv3 Process (1) OSPFv3 Area (0.0.0.0) Neighbor ID Pri State Dead Time Interface Instance ID 10.0.0.1 1 Full/DR 00:00:38 VE0/2/201.100 0 Por fim é isto pessoal, não sabemos a performance ou impacto na caixa, porém os serviços básicos funcionaram normalmente. Caso venha a testar com tráfego, nos deixe saber! Compartilhe conosco seus resultados. Se precisar de suporte entre em contato conosco! Abraços, Rafael Ganascim, Gabriel Henrique e Kevin Walters IT Consulting Team – Made4it
Virtual-System no Huawei NE: O Poder dos Roteadores Virtuais

Veja como explorar melhor seu roteador Huawei da linha NE através do recurso VS (Virtual-System).
Interfaces L3 em túneis L2 MPLS no Roteador Huawei NE (Como configurar MPLS com IP no Huawei)

Aprenda como configurar interfaces L3 em túneis L2 MPLS no Roteador Huawei.
Configuração de Netflow em Roteadores Cisco

Aprenda a configurar Netflow em seu roteador Cisco ASR9k ou da Linha Cisco 100x (1002,1004 ou 1008)
Configuração de Netflow em Roteadores Huawei

Olá Hoje vamos demonstrar como configurar o seu roteador Huawei para exportar Netflow (IP Netstream). Aqui temos a topologia da Rede e as informações do Servidor de Netflow Estes são os passos necessários para configuração do Roteador Huawei para exportar Netflow v5/v9 via IP Netstream Vamos para a Configuração passo a passo 1.Configurar o Servidor de NTP É importante configurar um Servidor de NTP pois os dados Flows usam timestamp de acordo com a hora do Roteador, caso o roteador esteja com uma hora diferente do servidor os dados não irão estar de acordo com a hora, gerando um desencontro de informações. É importante que seja configurado no mínimo 2 servidores de NTP e também o timezone de seu roteador. ntp-service server disable ntp-service ipv6 server disable ntp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 2. Configurar o slot para exportar informação Em roteadores Huawei é necessário configurar o Slot para exportar informação, para isso utilize os comandos: slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self 3. Configurar o IP Netstream com o Servidor de Netflow Em roteadores Huawei você deve configurar o IP netstream para dizer qual é o servidor que irá receber os dados do Netflow, qual o sampling (sampler), qual versão do Netflow e IP de origem do Netflow. Para configuração use os seguintes comandos: ip netstream timeout active 1 ip netstream timeout inactive 15 ip netstream export version 9 ip netstream export index-switch 32 ip netstream export template timeout-rate 1 ip netstream sampler fix-packets 500 inbound ip netstream sampler fix-packets 500 outbound ip netstream export source 192.168.210.49 ip netstream export host 192.168.210.47 2055 ip netstream export template option sampler ip netstream export template option timeout-rate 1 ip netstream as-mode 32 ipv6 netstream as-mode 32 ipv6 netstream timeout active 1 ipv6 netstream timeout inactive 15 ipv6 netstream export version 9 ipv6 netstream export index-switch 32 ipv6 netstream export template timeout-rate 1 ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inbound ipv6 netstream sampler fix-packets 500 outbound ipv6 netstream export source 192.168.210.49 ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055 ipv6 netstream export template option sampler ipv6 netstream export template option timeout-rate 1 ipv6 netstream as-mode 32 4. Configurar a interface para habilitar o Netflow na interface Por último precisamos ativar nas interfaces que irão exportar o Netflow, para isso em cada interface utilize os comandos: ip netstream inbound ipv6 netstream inbound Segue abaixo a configuração completa do Roteador: ntp-service server disablentp-service ipv6 server disablentp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self ip netstream timeout active 1ip netstream timeout inactive 15ip netstream export version 9ip netstream export index-switch 32ip netstream export template timeout-rate 1ip netstream sampler fix-packets 500 inboundip netstream sampler fix-packets 500 outboundip netstream export source 192.168.210.49ip netstream export host 192.168.210.47 2055ip netstream export template option sampler ip netstream export template option timeout-rate 1 ip netstream as-mode 32 ipv6 netstream as-mode 32ipv6 netstream timeout active 1ipv6 netstream timeout inactive 15ipv6 netstream export version 9ipv6 netstream export index-switch 32ipv6 netstream export template timeout-rate 1ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inboundipv6 netstream sampler fix-packets 500 outboundipv6 netstream export source 192.168.210.49ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055ipv6 netstream export template option sampleripv6 netstream export template option timeout-rate 1ipv6 netstream as-mode 32 interface eth-trunk0.100 (exemplo de interface)ip netstream inboundipv6 netstream inbound Caso você tenha um NE40, segue abaixo um exemplo de configuração: ntp-service server disablentp-service ipv6 server disablentp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self ip netstream as-mode 32ip netstream timeout inactive 15ip netstream export version 9ip netstream export index-switch 32ip netstream export template timeout-rate 1ip netstream sampler fix-packets 500 inboundip netstream sampler fix-packets 500 outboundip netstream export source 192.168.210.49ip netstream export host 192.168.210.47 2055ip netstream export template option samplerip netstream export template option timeout-rate 1 #ipv6 netstream as-mode 32ipv6 netstream timeout inactive 15ipv6 netstream export version 9ipv6 netstream export index-switch 32ipv6 netstream export template timeout-rate 1ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inboundipv6 netstream sampler fix-packets 500 outboundipv6 netstream export source 192.168.210.49ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055ipv6 netstream export template option sampleripv6 netstream export template option timeout-rate 1 Em todas as interfaces adicionar ip netstream inbound ipv6 netstream inbound Caso tenham algum roteador não mencionado aqui, envie um whats que iremos lhe enviar as configurações. Espero ter ajudado e até a próxima.Grande abraço.
Configuração de Netflow em Roteadores Juniper

Olá Hoje vamos demonstrar como configurar o seu roteador Juniper para exportar Netflow (jFlow). No final do artigo está a configuração utilizando o IPFIX (Netflow v10). Aqui temos a topologia da Rede e as informações do Servidor de Netflow Estes são os passos necessários para configuração do Roteador Juniper para exportar Netflow v5 Vamos para a Configuração passo a passo 1. Configurar o Servidor de NTP É importante configurar um Servidor de NTP pois os dados Flows usam timestamp de acordo com a hora do Roteador, caso o roteador esteja com uma hora diferente do servidor os dados não irão estar de acordo com a hora, gerando um desencontro de informações. É importante que seja configurado no mínimo 2 servidores de NTP e também o timezone de seu roteador. 2. Configurar o Forwarding Options com o Sampling Rate O sampling rate serve para evitar a sobrecarga da CPU de sua Routing Engine, ele cria uma amostra do trafego e exporta, assim o sistema de Netflow consegue receber os dados e aplicar um fator de multiplicação para que os dados fiquem com números reais. Para configurar utilize os comandos. O valor ideal do rate depende de quanto tráfego você utiliza, uma dica importante é usar os valores acima de 200 e ir analisando a CPU de seu Roteador. 3. Configurar o Host que irá receber os Flows vindo do Roteador Para configurar seu roteador para exportar o Netflow é necessário informar qual endereço IP do servidor irá receber os fluxos e qual porta UDP ele irá receber esse trafego. Para isso utilize os comandos: 4. Configurar a interface para habilitar o Netflow na interface Após configurar o sampling rate e o flow server ainda é necessário ativar o Netflow nas interfaces que ele gerará os dados. Lembrando que é necessário configurar dentro de cada unit o comando.Para isso configure as interfaces dentro de cada unit com o seguinte comando: ### Aplicar o comando sampling input set interfaces ge-0/0/1 unit 0 family inet sampling input Configuração completa fica da seguinte forma: Para facilitar ainda mais temos o vídeo demonstrando a configuração de cada comando aplicado nesse tutorial Como bônus vamos postar as configurações de IPFIX para alguns tipos de roteadores Juniper MX204 A configuração para roteadores como o MX204, é possível utilizar o IPFIX (Netflow v10). Para configurar no MX204 utilize os comandos, alterando os IPs Flow-server e source address. Juniper MX104 Para configuração do Juniper MX104 utilize os comandos abaixo. Lembrando que o MX104 só suporta exportar para 1 Servidor de Netflow com IPFIX. Caso tenham algum roteador não mencionado aqui, envie um email: comercial@made4it.com.br que iremos lhe enviar as configurações. Espero ter ajudado e até a próxima.Grande abraço.