Testes de Desempenho CGN/BNG em Plataforma Huawei NE8000 

Aprenda com Luiz Puppin, especialista em Huawei, como fazer uma análise técnica dos testes de desempenho (Forwarding Performance) realizados em um ambiente de laboratório com a plataforma Huawei NE8000, validando a capacidade do equipamento em operar como BNG+CGN integrado em alta carga.  Os testes buscaram verificar:  Objetivo dos Testes de Desempenho  O objetivo foi comprovar que a solução Huawei consegue sustentar:  Essas características são fundamentais para operações de ISPs e operadoras com alta concentração de assinantes atrás de CGN.  Arquitetura Utilizada  A topologia utilizada conecta:  Metodologia 5. Evidências e Resultados A seguir estão as comprovações extraídas diretamente do arquivo de teste. 5.1. Assinantes autenticados com sucesso O relatório confirma a autenticação simultânea de milhares de assinantes PPPoE: O total validado foi de: 5.2. Criação de 32 milhões de sessões NAT O DUT atingiu o limite de escalabilidade previsto pelo fabricante: Ou seja, o equipamento suportou 32 milhões de fluxos simultâneos, sem degradação perceptível. 5.3. Tráfego Sustentado a 50 Gbps – Sem Perda de Pacotes Ou seja: 5.4. Tráfego Bidirecional 50 Gbps (25G + 25G) O laboratório validou a operação simultânea upstream e downstream: Novamente, com zero perda de pacotes: 5.5. Estabilidade da CPU A CPU permanece em níveis estáveis, sem atingir limites críticos. 5.6. Conclusão dos Testes de Desempenho Com base nas evidências, é possível concluir que: Portanto, a plataforma demonstra capacidade real para operar CGN/BNG em ambientes de larga escala, com alto volume de tráfego e grande densidade de assinantes. Este artigo foi desenvolvido em colaboração com a equipe de Gerentes de Produtos IP para ISP da Huawei Brasil, com agradecimento especial ao Thiago Sério e ao Natan Fernandes. Precisa de ajuda na configuração dos seus equipamentos Huawei? Nós podemos te ajudar! Quero conhecer mais

MC-LAG em roteadores Huawei

Como configurar MC-LAG na Huawei: E-Trunk, Eth-Trunk, LACP e BFD passo a passo. Aprenda MC-LAG em Huawei, hoje mostramos o porquê do E-Trunk (multi-chassis), quando usar Eth-Trunk (agregação), como ajustar LACP para portas ativas/backup e como o BFD encurta o MTTR. Incluímos recomendações de hash em cenários MPLS e um roteiro de testes para validar o comportamento em falhas. O link-aggregation (LAG), chamado de Trunk na Huawei (Eth-Trunk quando é Ethernet), é uma tecnologia que combina múltiplas interfaces físicas em uma única interface lógica. Com link-aggregation ganhamos:  O LAG tradicional é sempre entre dois dispositivos, ponto a ponto: Tipos de LAG para Huawei De forma bem simples, na Huawei temos três jeitos principais de usar Eth-Trunk: No contexto de MC-LAG, o que importa pra nós são basicamente: Vamos simplificar:  Manual Static LACP Como o Trunk balanceia o tráfego O Eth-Trunk não “soma portas” como uma porta gigante. O equipamento decide por qual membro mandar cada fluxo usando algoritmos de balanceamento. Isso define dois comportamentos principais: Load-balance baseado em hash É o padrão na maioria dos roteadores/switches. Funciona assim: O hash pode usar vários critérios, por exemplo: Com hash, o modo padrão é per-flow:  Hash tem uma consequência importante: Nem sempre distribui banda de forma uniforme.Dependendo da distribuição dos fluxos (hash), um membro pode ficar no gargalo enquanto outro quase sem tráfego. Isso é normal. Load-balance dinâmico Alguns equipamentos suportam o modo dynamic, que monitora a carga instantânea de cada membro e realoca fluxos entre links que estejam subutilizados ou sobrecarregados. Um equipamento que usa esse tipo de balanceamento são os switches da Datacom. E o que os chips conseguem usar para o hash? Esse ponto quase ninguém fala, mas é crucial. Dependendo do ASIC, o roteador pode olhar: No caso de MPLS: Isso importa porque: Exemplos práticos:  Em resumo: Quanto maior a profundidade MPLS que o ASIC enxerga, melhor será a distribuição dos fluxos MPLS no LAG. O que o LACP faz O LACP (Link Aggregation Control Protocol, IEEE 802.3ad) é o cara que: Na Huawei, quando o Eth-Trunk está em static LACP, as interfaces membros: O lado com maior prioridade de sistema (menor valor numérico) vira o Actor. A partir daí: O que precisa estar “OK” para o LAG subir direito Pra um Eth-Trunk com LACP funcionar como esperado, alguns pontos precisam estar alinhados entre os dois lados: O que o LACP faz é usar system priority + system ID + interface priority + interface number para: Entrando no MC-LAG Até aqui falamos de LAG “normal”, ou seja, entre dois dispositivos apenas. O MC-LAG (Multi-Chassis LAG) entra quando você quer ter: A ideia é simples: Objetivo principal do MC-LAG: É basicamente levar a ideia de redundância do nível de porta/link para o nível de dispositivo. Ativo/ativo vs ativo/backup Em muitos vendors você encontra MC-LAG em dois sabores: Na Huawei, para esse cenário específico com E-Trunk/mLACP, o comportamento é ativo/backup: MC-LAG na Huawei: E-Trunk vs mLACP Em Huawei, existem duas formas principais de implementar MC-LAG: A diferença está no mecanismo de controle entre os PEs: Neste artigo, vamos focar no E-Trunk, que é a forma “clássica” de MC-LAG em muitos cenários de PE–CE. Como o E-Trunk funciona Não confundir E-Trunk (a tecnologia de sync entre chassis) com o Eth-Trunk (o link-aggregation em si). Pense no seguinte cenário: Os PEs então: Com isso: Quando acontece uma falha: Opcionalmente, você pode: Conectividade CE ↔ PEs com E-Trunk Alguns pontos importantes de design: Casos de uso Na topologia abaixo, iremos abordar dois casos de uso para o MC-LAG (existem muitos outros). 1) MC-LAG protegendo VPLS (camada 2) No topo do desenho, o CE1 está multihomed em PE1 e PE2 usando MC-LAG, todos na mesma instância VPLS-1.Do lado da rede, PE1/PE2 fecham a VPLS com o PE3, que entrega o mesmo serviço para o CE2. É uma proteção L2 fim-a-fim da VPLS, com redundância de equipamento e de POP. 2) MC-LAG protegendo /30 L3 (camada 3) Na parte de baixo do desenho, o CE3 recebe um /30 L3 via MC-LAG, dual-homed em PE2 e PE3. Configurando o ambiente Agora que você já conhece todos os conceitos por trás do MC-LAG, vamos para o laboratório. Vamos utilizar o ambiente virtual PNETLAB, com a imagem Huawei NE40 V22. As portas físicas e ligações entre dispositivos estão descritas na topologia abaixo. A configuração dos CEs é simples: um mikrotik (ROS 7.6)  usando interfaces bonding, com LACP fast (em 1s). O CE3 é simplesmente uma interface física com VLAN. CE1 CE2 CE3 A configuração dos PEs compreende as interfaces ponto a ponto, ativas com OSPF, MPLS. Nas interfaces de acesso, as configurações de LAG e de sincronização e-trunk. E na camada de serviços, colocamos o VPLS (VSI) e também o gateway L3 (com o macete do mac-address e mesmo IP). PE1 – Camada Core Serviço MLAG e E-trunk Aqui neste ponto está o grande diferencial do MLAG. Vamos primeiramente criar um Eth-Trunk comum, e depois associamos ele a uma configuração e-trunk, que faz a mágica do MLAG acontecer. Com o LAG criado, agora precisamos criar a configuração do e-trunk. Para configurá-lo, precisamos: No nosso laboratório, iremos fechar entre a loopback do PE1 com o PE2 – estes fazem parte do MLAG na perspectiva do CE1. A prioridade de master será do PE2, com prioridade 5. Os timers configurados são 9 para hello e 30 para hold-timer. Por fim, é hora de associar a interface LAG com o e-trunk, criando assim um MLAG na perspectiva do CE1. Serviços VPLS PE2 – Camada Core As configurações CORE e VPLS do PE2 são similares às do PE1 Serviço MLAG e E-trunk Serviços Gateway redundante Para o serviço de gateway redundante para o CE3, iremos: PE3 – Camada Core As configurações CORE do PE3 são similares às do PE1. Serviços VPLS Diferente dos PE1 e PE2 que tem um MLAG com o CE, neste caso a comunicação PE3xCE2 ocorre diretamente na interface física com a vlan 10. As configurações de VPLS permanecem iguais, a diferença está nos peers, que fechamos o VPLS com o PE1 e PE2 ao mesmo tempo. Serviços Gateway redundante Validando as configurações e redundância MC-LAG entre dispositivos Na visão do CE1, ele tem duas portas ativas no LAG bond2, sendo a porta ether2 – que fala com PE2 – a principal. A outra fica pronta

Como configurar roteadores Huawei WS5200 com TR069

Hoje vou mostrar a vocês como configurar sua CPE WS5200,  no TR-069 do Made4Graph. Recomendo que seja feito em bancada e com IP público, pois será necessário homologar,  para isso vamos mudar algumas informações em sua CPE, via TR-069,  não queremos que um cliente fique sem internet. Antes de iniciar a configuração, é indispensável que entre a CPE e o servidor do TR-069, não exista qualquer tipo “NAT” na rede, se houver vai comprometer a funcionalidade do TR-069, isso conforme a documentação do protocolo. Agora que passei os pré-requisitos, vamos configurar a CPE. Ao acessar a CPE, iremos na aba Mais Funções, depois em Configurações do sistema, e TR-069 Ao chegar na tela exibida abaixo, faremos as seguintes configurações Configurações CWMP: → O botão Gerenciamento do TR069 deve ficar ativo→ O botão intervalo de informação deve ficar ativo→ Endereço do servidor ACS = http://ip_do_server_de_tr:7547→ Nome de usuário ACS = admin→ Senha ACS = admin→ Nome de usuário de solicitação de conexão = admin→ Senha de solicitação de conexão = admin→ Intervalo de informação = 300 Depois clique em salvar Logo em seguida o CPE deve aparecer no made4graph, para ser homologada por nossa equipe Algumas informações foram ocultas  a fim de manter os dados da CPE em sigilo. Caso ainda tenha dúvidas, manda uma mensagem para a gente, que vamos te ajudar com a sua CPE.

Interligando dois Virtual Systems (VS) na plataforma Huawei NE (Interligando 2 roteadores virtuais no Huawei NE)

A outra forma de interligar… Interligando dois VS via VPN VPWS CCC # Admin-VS ! Lado L2 Admin-VS interface Virtual-Ethernet0/2/100 ve-group 100 l2-terminate interface Virtual-Ethernet0/2/100.100 vlan-type dot1q 100 ! Lado L2 VS1 interface Virtual-Ethernet0/2/200 ve-group 200 l2-terminate interface Virtual-Ethernet0/2/200.100 vlan-type dot1q 100 ! Interligação MPLS CCC VPWSccc teste interface Virtual-Ethernet0/2/100.100 tagged out-interface Virtual-Ethernet0/2/200.100 tagged # Admin-VS ! Lado L3 Admin-VS interface Virtual-Ethernet0/2/101 mac-address c4b8-b434-ab45 ve-group 100 l3-access interface Virtual-Ethernet0/2/101.100 vlan-type dot1q 100 ip address 10.1.1.1 255.255.255.252  ! Lado L3 VS1 interface Virtual-Ethernet0/2/201 ve-group 200 l3-access interface Virtual-Ethernet0/2/201.100 vlan-type dot1q 100 # Admin-VSadmin virtual-system vs1 pvmb slot 3  port-mode port  assign interface Virtual-Ethernet0/2/201.100  # VS1 ! Lado L3 VS1interface Virtual-Ethernet0/2/201.100 vlan-type dot1q 100 ip address 10.1.1.2 255.255.255.252 Considerações sobre o cenário Validações <HUAWEI>display vll ccctotal  ccc vc : 1local  ccc vc : 1,  1 upremote ccc vc : 0,  0 up name: teste, type: local, state: up,intf1: Virtual-Ethernet0/2/100.100 (up), access-port: false intf2: Virtual-Ethernet0/2/200.100 (up), access-port: false VC last up time : 2020/02/17 14:40:58VC total up time: 0 days, 0 hours, 16 minutes, 37 seconds Admin-VS:<HUAWEI>ping 10.1.1.2  PING 10.1.1.2: 56  data bytes, press CTRL_C to break    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 msd    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms   — 10.1.1.2 ping statistics —    5 packet(s) transmitted    5 packet(s) received    0.00% packet loss    round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms  VS1:<HUAWEI-vs1>ping 10.1.1.1  PING 10.1.1.1: 56  data bytes, press CTRL_C to break    Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.1: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms   — 10.1.1.1 ping statistics —    5 packet(s) transmitted    5 packet(s) received    0.00% packet loss    round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms<HUAWEI>ping 10.1.1.2  PING 10.1.1.2: 56  data bytes, press CTRL_C to break    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=1 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=2 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=3 ttl=255 time=1 msd    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=4 ttl=255 time=1 ms    Reply from 10.1.1.2: bytes=56 Sequence=5 ttl=255 time=1 ms   — 10.1.1.2 ping statistics —    5 packet(s) transmitted    5 packet(s) received    0.00% packet loss    round-trip min/avg/max = 1/1/1 ms <HUAWEI>displ bgp peer  BGP local router ID : 192.168.88.100 Local AS number : 11111 Total number of peers : 1                 Peers in established state : 1   Peer            V          AS  MsgRcvd  MsgSent  OutQ  Up/Down       State  PrefRcv  10.1.1.2        4       22222       25       25     0 00:19:38 Established        0<HUAWEI>displ ospf peer  brief (M) Indicates MADJ neighbor            OSPF Process 1 with Router ID 10.0.0.1                   Peer Statistic InformationTotal number of peer(s): 1 Peer(s) in full state: 1—————————————————————————– Area Id         Interface                  Neighbor id          State 0.0.0.0         VE0/2/101.100              10.0.0.2             Full<HUAWEI> displ ospfv3 peer OSPFv3 Process (1) OSPFv3 Area (0.0.0.0) Neighbor ID Pri State Dead Time Interface Instance ID 10.0.0.1 1 Full/DR 00:00:38 VE0/2/201.100 0 Por fim é isto pessoal, não sabemos a performance ou impacto na caixa, porém os serviços básicos funcionaram normalmente.   Caso venha a testar com tráfego, nos deixe saber! Compartilhe conosco seus resultados. Se precisar de suporte entre em contato conosco!   Abraços, Rafael Ganascim, Gabriel Henrique e Kevin Walters IT Consulting Team – Made4it

Configuração de Netflow em Roteadores Huawei

Olá Hoje vamos demonstrar como configurar o seu roteador Huawei para exportar Netflow (IP Netstream). Aqui temos a topologia da Rede e as informações do Servidor de Netflow Estes são os passos necessários para configuração do Roteador Huawei para exportar Netflow v5/v9 via IP Netstream Vamos para a Configuração passo a passo 1.Configurar o Servidor de NTP É importante configurar um Servidor de NTP pois os dados Flows usam timestamp de acordo com a hora do Roteador, caso o roteador esteja com uma hora diferente do servidor os dados não irão estar de acordo com a hora, gerando um desencontro de informações. É importante que seja configurado no mínimo 2 servidores de NTP e também o timezone de seu roteador. ntp-service server disable ntp-service ipv6 server disable ntp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 2. Configurar o slot para exportar informação Em roteadores Huawei é necessário configurar o Slot para exportar informação, para isso utilize os comandos: slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self 3. Configurar o IP Netstream com o Servidor de Netflow Em roteadores Huawei você deve configurar o IP netstream para dizer qual é o servidor que irá receber os dados do Netflow, qual o sampling (sampler), qual versão do Netflow e IP de origem do Netflow. Para configuração use os seguintes comandos: ip netstream timeout active 1 ip netstream timeout inactive 15 ip netstream export version 9 ip netstream export index-switch 32 ip netstream export template timeout-rate 1 ip netstream sampler fix-packets 500 inbound ip netstream sampler fix-packets 500 outbound ip netstream export source 192.168.210.49 ip netstream export host 192.168.210.47 2055 ip netstream export template option sampler ip netstream export template option timeout-rate 1 ip netstream as-mode 32 ipv6 netstream as-mode 32 ipv6 netstream timeout active 1 ipv6 netstream timeout inactive 15 ipv6 netstream export version 9 ipv6 netstream export index-switch 32 ipv6 netstream export template timeout-rate 1 ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inbound ipv6 netstream sampler fix-packets 500 outbound ipv6 netstream export source 192.168.210.49 ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055 ipv6 netstream export template option sampler ipv6 netstream export template option timeout-rate 1 ipv6 netstream as-mode 32 4. Configurar a interface para habilitar o Netflow na interface Por último precisamos ativar nas interfaces que irão exportar o Netflow, para isso em cada interface utilize os comandos: ip netstream inbound ipv6 netstream inbound Segue abaixo a configuração completa do Roteador: ntp-service server disablentp-service ipv6 server disablentp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self ip netstream timeout active 1ip netstream timeout inactive 15ip netstream export version 9ip netstream export index-switch 32ip netstream export template timeout-rate 1ip netstream sampler fix-packets 500 inboundip netstream sampler fix-packets 500 outboundip netstream export source 192.168.210.49ip netstream export host 192.168.210.47 2055ip netstream export template option sampler ip netstream export template option timeout-rate 1 ip netstream as-mode 32 ipv6 netstream as-mode 32ipv6 netstream timeout active 1ipv6 netstream timeout inactive 15ipv6 netstream export version 9ipv6 netstream export index-switch 32ipv6 netstream export template timeout-rate 1ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inboundipv6 netstream sampler fix-packets 500 outboundipv6 netstream export source 192.168.210.49ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055ipv6 netstream export template option sampleripv6 netstream export template option timeout-rate 1ipv6 netstream as-mode 32 interface eth-trunk0.100 (exemplo de interface)ip netstream inboundipv6 netstream inbound Caso você tenha um NE40, segue abaixo um exemplo de configuração: ntp-service server disablentp-service ipv6 server disablentp-service unicast-peer 200.160.0.8ntp-service unicast-peer 200.189.40.8 slot 3 ip netstream sampler to slot self ipv6 netstream sampler to slot self ip netstream as-mode 32ip netstream timeout inactive 15ip netstream export version 9ip netstream export index-switch 32ip netstream export template timeout-rate 1ip netstream sampler fix-packets 500 inboundip netstream sampler fix-packets 500 outboundip netstream export source 192.168.210.49ip netstream export host 192.168.210.47 2055ip netstream export template option samplerip netstream export template option timeout-rate 1 #ipv6 netstream as-mode 32ipv6 netstream timeout inactive 15ipv6 netstream export version 9ipv6 netstream export index-switch 32ipv6 netstream export template timeout-rate 1ipv6 netstream sampler fix-packets 500 inboundipv6 netstream sampler fix-packets 500 outboundipv6 netstream export source 192.168.210.49ipv6 netstream export host 192.168.210.47 2055ipv6 netstream export template option sampleripv6 netstream export template option timeout-rate 1 Em todas as interfaces adicionar ip netstream inbound ipv6 netstream inbound Caso tenham algum roteador não mencionado aqui, envie um whats que iremos lhe enviar as configurações. Espero ter ajudado e até a próxima.Grande abraço.

A Made4it surge para suprir as necessidades do mercado, que vem exigindo cada vez mais soluções personalizadas.