Problemas com tráfego de CDN local (GGC Google) e anúncios BGP

Olá. Meu nome é Gabriel, sou analista de redes aqui na Made4it e hoje vou contar sobre uma situação interessante envolvendo CDN GGC Google e engenharia de tráfego que pegamos aqui no time de consultoria um tempo atrás. Recebemos um acionamento de um cliente com um case onde o tráfego de uma CDN local GGC Google teve um decremento drástico após uma alteração de engenharia de tráfego. Depois de validações extensas pelo cliente não conseguiram achar a causa primária deste comportamento e então acionaram nosso time. Começamos lá no dia 04/11 com um decremento estranho no tráfego de Inbound na interface com o CDN local. Foi bem sucinto e representou 1Gbps de tráfego a menos na interface. Com essa info em mãos, a primeira coisa que fiz foi acessar o Made4Flow  pra auxiliar a entender o que aconteceu usando claro meu gráfico favorito, o “Interface por ASN”Tomei o cuidado de pegar um intervalo de tempo contemplando exatamente o evento do dia 03 ao dia 04 justamente para entender quais ASNs exatamente deixaram de ser “servidos” pelo cache local. Com isso em mãos, de cara já notei 2 coisas:– O ASN “Laranja” aqui deixou de ser “servido” por essa CDN, isso é fato pelo decremento de tráfego evidente no gráfico…– O(s) ASN(s) “Azul” (um conjunto de ASNs específicos configurados de maneira personalizada em nosso software) também mostraram um decremento significativo no gráfico. O ASN “Azul” é quem hospeda o cache. O ASN “Laranja” sendo também cliente da Made4it nos permitiu um teste mais eficiente dentro de sua rede. O ASN “Azul” e ASN “Laranja” por serem parceiros nos deram total liberdade para conduzir o troubleshooting e validar o que fosse necessário em ambos os lados. Depois de algumas verificações, usamos a ferramenta do próprio provedor de conteúdo para validar qual “node/cache” estava “servindo” esse tráfego que deixou de vir pela CDN local do ASN “Azul”. Esse tráfego deixou de vir da CDN do ASN “Azul”, mas precisa vir de algum lugar, concordam? Na imagem acima, 2 coisas me chamaram a atenção sendo:– Um Node em Guarulhos, referente a rede desse provedor de conteúdo, é quem passou a entregar o tráfego que antes deveria vir na CDN local do ASN “Azul”– x.x.x.0/25? Na hora me acendeu a luz para um dado importantíssimo sobre anúncios para as CDNs desse provedor de conteúdo. Eles obedecem a uma regra que diz:– Anúncios diretos (ASN que hospeda o cache) o node aceita até /27 para influência direta na engenharia de tráfego e elegibilidade para entrega de conteúdo.– Anúncios indiretos (ASNs adjacentes ao ASN que hospeda o cache) o node aceita apenas até /24 para influência direta na engenharia de tráfego e elegibilidade para entrega de conteúdo.Beleza, para o tráfego do ASN “Azul” eu já tinha a possível causa do problema. Ao tentarem induzir esse nodo local a entregar mais tráfego, acabaram por anunciar blocos /25 ao node do cache implicando na rede do provedor de conteúdo “servir” este tráfego via seus nodes em Guarulhos. Porém, ainda temos um decremento de tráfego no ASN “Azul”, o que aconteceu? O ASN “Azul” nesse caso na verdade era 3 ASNs, algo que foi criado de maneira customizada no software Made4Flow. Curiosamente, 2 desses ASNs estavam “injetando” prefixos /25 no node da CDN, onde o comportamento encontrado foi exatamente igual ao relatado acima do ASN “Laranja”. Com todas essas informações em mãos, partimos para colocar a mão na massa e ajustar os anúncios respeitando o que o provedor de conteúdo solicita (e tem documentado) para sua CDN. Após os devidos ajustes, vejam o resultado: Conclusão:Sabemos que para um node de CDN funcionar existem diversos fatores e que envolve protocolos trabalhando de maneira orquestrada sendo eles o BGP, DNS, TCP, dentre outros… porém, nesse caso, nosso problema foi um desvio de comportamento quando feito um anúncio ao node da CDN fora do range aceitável.Ao anunciarmos os blocos /25 de ASNs adjacentes do ASN que hospeda o node/cache, o      “player” passou a entregar o tráfego para esse ASN/Prefixo via seus nodes de CDN lá de Guarulhos, implicando em um aumento de tráfego indireto no nosso cliente ASN “Azul” e perda de performance e eficiência do node local. Os usuários atrás dessa rede foram diretamente afetados uma vez que seu conteúdo passou a ser entregue por uma infraestrutura a mais de 1000 km de distância, incrementando latência, tempo de carregamento e experiência geral do usuário. Após os ajustes na engenharia de tráfego respeitando a documentação do provedor de conteúdo e boas práticas de BGP, o node passou a se comportar novamente como esperado. Para engenharia de tráfego contemplando CDNs, sempre respeitar a documentação do player em questão e usar as ferramentas do mesmo para detectar qual “node” está “servindo” o tráfego. Normalmente players de CDN também dispõem de portal para acompanhamento da performance do cache com métricas e dados importantíssimos sobre o mesmo, usem essas ferramentas ao seu favor. Achou interessante e quer ver um pouco mais como funciona o software que usamos nessa tratativa ou então quer conversar com especialista para resolver problemas como esse na sua rede? Fale com a nossa equipe– Gabriel Henrique, Analista de Redes na Made4it, trabalha há mais de 10 anos com tecnologia e ISPs.

Como configurar Blackhole no Cisco IOS-XE

Agora que você já sabe o que é uma Blackhole BGP (se caso ainda não saiba, confira nosso artigo sobre RTBH – Blackhole). Agora é hora de configurar ela e conseguir se proteger dos ataques DDoS. Para resumir a Blackhole, é uma técnica de enviar uma rota para o “buraco negro” ou simplesmente fazer o roteador descartar os pacotes direcionados a esse IP. Com a Blackhole você também pode anunciar para seus fornecedores/upstreams esses IPs atacados e assim conseguir cessar os ataques. Agora que já sei o que é, agora vem a pergunta, como fazer blackhole no meu roteador? No artigo de hoje vamos mostrar como configurar a Blackhole em roteadores Cisco Para fazer a Blackhole de forma manual temos alguns passos que são: Identificar o IP atacado; Criar a rota para blackhole; Anunciar essa rota em blackhole via BGP para suas operadoras/upstreams. Você pode automatizar tudo isso com o Made4Flow, já fechando uma sessão direta e não precisando fazer o trabalho manual. Vamos lá então para as configurações 1 – Identificar o IP atacado Você pode fazer isso através de análise de Netflow, como no Made4Flow, através dos gráficos e identificar através do Relatório de Dados Bruto, qual o IP tem um maior tráfego e possivelmente é a vítima do ataque. Dentro do Made4Flow, acesse por exemplo o Gráfico de Interface por Aplicação, depois, clicando em cima da porta com mais uso, você pode identificar qual IP está sendo atacado, ou através do Made4Flow, de forma simples acessando o módulo Anti-DDoS -> Anomalias Ativas. O IP atacado foi o: 200.189.56.55 (Exemplo) ​​2) Criar uma rota para Blackhole ou Null0 Após identificar o IP atacado via Made4Flow, agora é hora de criar a rota em seu Roteador Cisco para efetivamente jogar o IP para Blackhole ou Null0. Vamos supor que o IP atacado seja o 200.200.200.1, vamos criar a rota da seguinte maneira Comandos aplicado: enableconfigure terminalip route 200.200.200.1 255.255.255.255 Null0 Após aplicar a rota apontando para Null0 esse IP irá PARAR DE FUNCIONAR! Você pode checar a rota usando o comando de show: Se a rota estiver mostrando como Null0, você já está enviando-a para Blackhole. 3 – Anunciar o IP em blackhole via BGP para suas operadoras/upstreams Após identificar e colocar em blackhole a rota, você precisa anunciar via BGP para suas operadoras/upstreams. Obs: Antes da configuração é sempre recomendado falar com sua Operadora/Upstream para saber qual a community BGP de Blackhole. A sessão BGP com sua operadora precisa estar estabelecida. Para isso temos alguns passos: Configure a Community de Blackhole de sua Operadora/Upstream Para configurar a community de blackhole para que posteriormente seja utilizada, precisamos executar o seguinte comando: Comandos: ip prefix-list BLACKHOLE permit 200.200.200.1/32route-map BLACKHOLE permitmatch ip address prefix-list BLACKHOLEset community 666:666     set community 666:666 Caso seja necessário adicionar mais communities, aplique o mesmo comando mudando o nome e o número da community. Dica: Fale com a sua operadora para saber qual community BGP de blackhole ela usa. Anunciar o IP atacado com a community de BlackHole para o Upstream Para realizar o anúncio do IP atacado com a community de blackhole, é necessário realizar os seguintes passos; Entre na configuração de BGP do roteador Cisco Após isso, realizamos o anúncio do IP atacado para o nosso Upstream, por meio do comando abaixo; Comandos: router bgp 65000neighbor 192.168.100.1 as 64700neighbor 192.168.100.1 route-map  BLACKHOLE out Automatizando com o Made4Flow Com o Made4Flow, é possível automatizar o processo de anúncio para blackhole de IP’s atacados. Para isso precisamos: Configurar a sessão BGP entre o Roteador de Borda e Made4Flow; Para configurar a sessão BGP entre o Roteador e Made4Flow, você precisa criar uma route-map e depois a sessão BGP. Para configurar a route-map: Comando: route-map MADE4FLOW-IN permit 1000              set ip nex-hop 192.168.66.66 Neste caso é necessário adicionar o Next-hop manualmente no roteador. Dentro do Made4Flow, você já pode anunciar com a community BGP e o Next-hop correto se preferir. Configurar o Made4Flow para enviar via Ações Dentro do Módulo de Anti-DDoS, você pode acessar o menu: Ações e Respostas e configurar a resposta para enviar a Blackhole com a community BGP correta: Configurar o roteador para enviar para operadoras Para configurar para enviar para as operadoras/upstreams você precisa configurar para que a community BGP seja identificada no match da Route-map de saída. Para isso precisamos configurar um ip community-filter Próximo passo é configurar na Route-map da sua operadora/upstream, como no envio da blackhole, mas agora casando com a community no match, como em nossa configuração: Checar se você recebe do Made4Flow Comando: show bgp ipv4 unicast neighbors 192.168.120.2 routes E se está enviando para a operadora: Comando: show bgp ipv4 unicast neighbors 192.168.1.1 advertised-routes Feita essas configurações, está pronta a automatização do Made4Flow, ao receber um ataque o Made4Flow já pode enviar essa rota para Blackhole. Temos outros conteúdos de como configurar Blackhole que você pode encontrar em nosso blog e qualquer dúvida que ainda tiver entre em contato com nosso time de especialistas   Leonardo Nascimento | Consultor Made4it

Como identificar um Gato net ou internet ilegal?

            Para começarmos esse artigo, gostaria de descrever o que são os Provedores de Internet Clandestinos, ou também chamados de “Gato Net”.             Provedores clandestinos/ Gato Net geralmente são criados por pessoas físicas ou jurídicas que contratam um Link de Internet residencial e geralmente não possuem licenças das autoridades governamentais para revender internet. Geralmente eles contratam um link residencial e compartilham ou vendem para seus vizinhos, amigos, etc.             Provedores clandestinos, além de serem ilegais (conforme art. 183 da lei Nº. 9.472 (Lei Geral das Telecomunicações – LGT), podem trazer riscos para nossas redes, pois na maioria das vezes são feitos por pessoas sem o conhecimento técnico necessário para manter uma rede com boas práticas de configurações. Em muitos casos o Gato Net acaba sendo alvo de ataques DDoS, causando efeitos negativos para o seu provedor.             Caso seja identificado um cliente em seu provedor que esteja cometendo tais práticas, pode-se valer de meios legais para fazer cessar tais práticas.             Porém, como fazemos para identificar um cliente que esteja usando essas práticas para compartilhamento ou venda de internet ilegal?             Com a ferramenta Made4graph, conseguimos visualizar os clientes que estão com o maior uso de banda:             Também podemos verificar o gráfico em tempo real do cliente junto com o extrato completo de uso, nos mostrando o consumo em cada período que ficou conectado:             Com essas informações conseguimos fazer algumas comparações com outros clientes que tem a mesma quantidade de banda contratada.             Se houver uma diferença grande de uso entre clientes, temos um indício de que este usuário está fazendo compartilhamento ilegal de Internet. Uma outra observação que podemos fazer é utilizando o Grafico Historico do Cliente, nele vamos visualizar uma semelhança com gráficos de um ISP, onde o maior tráfego ocorre entre as 19:00 e as 22:00 horas. É importante que o provedor de internet se antecipe e cuide da sua rede para não precisar lidar com problemas ainda maiores! Quer ver mais opções de gráficos do software Made4Graph? Acesse a versão demo ou agende uma apresentação com o time comercial da Made4it! Gelso Baltazar | Consultor |

O que você deve monitorar em sua rede?

O monitoramento das redes de provedores é essencial para garantir que a entrega do serviço jamais será interrompida. Existem diversas ferramentas e protocolos que podem ser utilizados para realizar esse monitoramento, porém neste artigo vamos focar no Zabbix com monitoramento via SNMP v2.

Como configurar Zabbix 6.0 LTS

Fala galera, beleza? Me chamo Henrique, sou consultor da Made4it e faço parte do time de infraestrutura e servidores. Hoje vamos aprender um pouco sobre o Zabbix e vou passar para vocês um overview sobre o que é o Zabbix, como funciona a ferramenta e também ensinar como fazer a instalação e configuração de um servidor Zabbix. Para que não conhece, o Zabbix é uma solução totalmente open source de monitoração para empresas de qualquer porte. O que a ferramenta Zabbix faz? → Fornece o monitoramento da saúde de servidores, redes, aplicações e serviços através de parâmetros e métricas. → Fornece também, um mecanismo flexível para o envio de notificações customizadas sobre alertas e eventos detectados e conseguimos enviar essas notificações via e-mail, Telegram, SMS e até mesmo a abertura de chamado em sistemas HelpDesk. → Relatório e visualização de dados com base dos dados armazenados para análise e tomada de decisões. → Suporta polling e trapping ⇒ Polling: O Zabbix envia requisições através das métricas configuradas ⇒ Trapping: O Zabbix recebe as informações através das métricas configuradas → Possui interface gráfica para visualização e configuração do monitoramento (dispositivos a serem monitorados → aplicações, servidores e serviços) → Suporte fornecido pela Zabbix SIA e também por parceiros oficiais, onde a Made4it se tornou recentemente um parceiro oficial do Zabbix. Zabbix versão 6.0 LTS Recentemente o Zabbix recebeu a atualização para a versão 6.0 LTS, onde conta com diversas novas funcionalidades como: Monitoramento de Kubernets, Business Service em um nível totalmente diferente, Cluster de Alta Disponibilidade (Cluster HA) nativo, Lógica de Cálculo de SLA de serviços avançada, Machine Learning. Segue o link para uma leitura mais profunda sobre a atualização 6.0 LTS: https://www.zabbix.com/br/whats_new_6_0#business_service_monitoring Requisitos para a instalação do Zabbix 6.0 LTS Nesse tutorial, utilizamos uma máquina virtual com Debian 11 com os recursos: 4GB de memória RAM, 2 vCPU e 50GB de Disco, que é mais do que necessário para uma instalação simples para casos de estudos. Nossa instalação será all-in-one, ou seja, tudo em um mesmo servidor (Banco de dados, Zabbix Server e Zabbix Frontend). Instalação Aqui estão os comandos que utilizamos no vídeo de instalação: Agora ajustamos no arquivo ph_hba.conf do Postgres para que qualquer alteração no banco, seja solicitada a senha que acabamos de definir. Reinicie o postgres Instalação do Zabbix Server Após isso, adicionamos nossa senha do usuário Zabbix no arquivo de configuração. Procure por #DBPassword= descomente e adicione a sua senha Instalação do Zabbix Frontend Agora, ajustamos o arquivo de configuração web do Zabbix Agora reiniciamos nossos serviços Pronto! Agora é apenas acessar via WEB e finalizar a configuração. Instalação e configuração via WEB → Acesse em seu navegador http://IP_SERVIDOR/zabbix → Selecione a linguagem que deseja, no caso, selecionei “Portuguese (pt_BR)” → Checagem dos pré-requisitos, se estiver tudo OK, siga. → Na próxima tela, adicione: → Defina um nome para o servidor → Selecione também um “timezone”, no caso, adicionamos America/Sao_Paulo → Escolha um tema (deixamos padrão) → Sumário/check das configurações das telas anteriores. → Instalação concluída! Após os passos acima, você será redirecionado à tela de login. Por padrão, as credenciais são: → Instalação toda finalizada e Zabbix 100% funcional. Você pode acompanhar o vídeo de configuração em nosso canal do youtube e caso ainda tenha dúvidas sobre a configuração ou sobre a ferramenta entre em contato com nosso time. Caso necessite suporte para instalação ou configuração do Zabbix, entre em contato conosco!

Entenda as principais telas do Made4Graph!

Nosso software Made4graph conta com várias telas que buscam auxiliar os provedores de internet no gerenciamento do cliente PPoE, para entender melhor de onde surge a necessidade do Made4Graph confira esse conteúdo onde apresentamos o que é a ferramenta Aqui nós vamos navegar pela ferramenta para conhecer melhor cada uma das principais telas, como funcionam e quais informações apresentam.No Made4Graph que é acessível via WEB, já na tela inicial temos um Overview do status da rede como um todo. Ao entrar no software nos deparamos com um gráfico mostrando o número de usuários conectados em toda a rede, e à direita um gráfico estilo “Pizza” com a proporção desses usuários por concentrador PPPoE. E sim, ele também é compatível com o Mikrotik (mesmo que você ainda use o Winbox ou qualquer outra coisa para gerenciá-lo). Abaixo, temos também informações referentes ao endereçamento dos clientes na rede. O Made4Graph nos traz dados importantíssimos sobre a proporção de usuários com IPv4 de CGNAT (RFC6598) ou com IP público endereçado na CPE, além claro do IPv6. São dados de grande valia principalmente para quem está fazendo o deploy do IPv6 na rede, garantindo e ajudando o futuro da internet. Rolando a tela um pouco mais para baixo, temos a quantidade exata de clientes cadastrados por NAS (ou BRAS/BNG/Access Concentrador, ou seja, lá como você prefere chamar seu equipamento de autenticação) além de um “top 10 usuários desconectados nas últimas 24 horas”. No relatório de clientes desconectados, o Made4Graph apresenta os clientes que mais desconectaram nas últimas 24 horas já entregando ao suporte e nível 1 do ISP usuários que possivelmente estão com problemas. Sabemos que clientes com grande número de desconexão e reconexão em intervalo curto de tempo é um forte indício de problemas na CPE ou envolvidos, dando a possibilidade de o suporte ser proativo nesses clientes críticos (entrando em contato, já abrindo um chamado para verificação, etc) o que aumenta a confiança do cliente final quanto à disponibilidade e qualidade de entrega do ISP. Imagine você como usuário de internet percebendo que sua internet está desconectando frequentemente e do nada recebe uma ligação do suporte dizendo que percebeu isso solicitando sua autorização para uma verificação. É realmente um atrativo e tanto para o ISP. Uma das funcionalidades mais usadas do Made4Graph é o gráfico real time. Com ele, podemos ter dados em tempo real do consumo de banda do usuário final em um gráfico intuitivo e com botões de ações como “Liberar banda” e “Desconectar” o usuário. Também é possível nesta tela acessar um “Histórico de consumo” do referido cliente. Se você por exemplo, quiser saber qual foi o consumo de banda do usuário nas últimas 24 horas o Made4Graph traz essa possibilidade. Os botões de ações são amplamente usados por ISPs no seu suporte/N1 que faz o primeiro contato com o cliente, uma vez que permitem diagnosticar de maneira rápida e efetiva problemas corriqueiros seja com um “Ping” (o Made4Graph consegue pingar diretamente o usuário final na tela de verificação) ou liberando a banda do usuário para que ele possa testar em totalidade o “throughput” de sua conexão já evidenciando qualquer possível ponto de gargalo na rede. Na mesma tela, um pouco mais abaixo, também temos informações do módulo TR069. Para ISPs que implementam o Made4Graph com suporte ao TR069 (e que possuem suas CPEs gerenciadas pelo mesmo) temos um overview geral da CPE do usuário com dados como status das portas físicas, potência do sinal Wireless, dispositivos conectados no roteador dentre outras informações. O Made4Graph não se limita a uma ferramenta de visualização de gráficos. Temos uma seção dedicada para “relatórios” aonde com sua habilidade e overview da rede, ele consegue trazer dados de grande valia para o corpo operacional do ISP. Um dos mais usados pela equipe de suporte é o relatório de “Lost Carrier”. Aqui, o Made4Graph reporta um overview dos usuários desconectados em um determinado intervalo de tempo por motivo de perda de comunicação entre o NAS e a CPE na casa do cliente.  Sabemos que clientes desconectados por “Lost Carrier” com frequência são forte indício de instabilidades na rede, e ter dados desses usuários permite uma ação mais preditiva e proativa por parte do ISP.   O Made4Graph é um ótimo software para ajudar o ISP a ter melhor gerência dos seus usuários de acesso não se restringindo a fabricante ou protocolo pois é compatível com as principais marcas do mercado e com PPPoE e IPoE, enquanto unifica em um só lugar a gestão dos usuários de todo o ISP. Ele elimina a necessidade de configurar usuários e senhas de acesso em roteadores, interagir com os mesmos via linhas de comandos e afins, diminui a complexidade da operação e verificação de usuários finais e traz dados que permitem ações mais preditivas e proativas junto aos clientes de acesso. Alinhado com o TR069 garante facilidades na gestão da CPE dos usuários aonde um “reset” de um roteador ou ONT não é mais motivo de deslocar um técnico na casa do usuário já que a gestão e configuração pode ser toda feita de maneira totalmente remota pelo seu time de suporte já no contato com o cliente via ferramentas de comunicação. O objetivo do Made4Graph é ser a melhor ferramenta de apoio técnico para o suporte ao cliente dos ISPs incluindo visibilidade do cliente fim a fim, resolução de problemas, auto provisionamento e suporte a automações. É um software feito para o ISP por pessoas que entendem de ISP. Você pode acessar nossa versão demo e conhecer um pouco mais do nosso software – Gabriel Henrique, Analista de Redes na Made4it, trabalha há mais de 10 anos com tecnologia e ISPs.

Made4Graph, a ferramenta que seu ISP precisa para gerenciar seus usuários.

Sabemos que todo ISP pequeno começa com equipamentos Mikrotik e que o mesmo dispõe de uma interface “gráfica” (via aplicação própria, o Winbox) bem intuitiva. Muitos ISPs crescem com essas facilidades em mãos e acabam usando-a para diversas tarefas de cunho operacional e muitas vezes até administrativo.

Gráficos na Fatura do assinante, vai virar Lei para todos os Estados?

No estado do Espírito Santo, foi aprovada uma lei em outubro de 2021, a lei de número 11.201 do Espírito Santo, onde todo provedor de banda larga pós-paga deverá inserir um gráfico de utilização do cliente na fatura, caso você não conheça, fizemos um outro artigo falando um pouco mais sobre esta lei, você pode conferir clicando neste link. Você pode pensar que essa lei é só para o Estado do Espírito Santo, mas seguindo o “modus operandi” do Brasil provavelmente os demais estados de nossa nação deverão seguir a linha já aprovada pela Justiça do Estado e também pelo STF. Mas o que a lei diz? Vamos pontuar aqui os principais pontos: Todos os clientes deverão ter em sua fatura uma média de utilização diária da sua internet, referente ao envio e recebimento de dados, apresentado em um gráfico de utilização. Simplificando, um gráfico como o do Zabbix/Cacti/LibreNMS/PRTG/Dude de utilização de uma interface em Mbps (Megabits por Segundo). Esse gráfico não pode contemplar o período da madrugada, da meia-noite até as 8h. Multa de R$4.000,00 até R$15.000,00 por cliente Mas e agora você pode pensar: Eu entendi a lei, entendi as consequências dela, mas e agora, como eu posso resolver este problema ou como eu posso me precaver? Nós da Made4it temos uma solução que se encaixa perfeitamente para resolução deste problema, O Made4Graph, que é o nosso software de auxílio do time de Suporte, NOC/Call Center oferece as informações necessárias através de Gráfico de utilização em Real-time e Histórico para cliente PPPoE ou IPoE e também traz inteligência sobre os Clientes. Nele você pode através do Gráfico Histórico de utilização ter a informação cobrada por esta lei. Fazer manualmente, coletando o gráfico de cada cliente para colocar em sua fatura é impossível para a operação, pensando nisso nosso time de desenvolvimento fornece uma API onde é possível integrar com seu Sistema de gestão, como, o ISP Integrator, IXC, RBX (Routerbox), SGP, Mk-auth, MKSolutions, TopsApp, HubSoft, ReceitaNet ou qualquer outro software que você tenha, de forma simples para automatizar seu processo de emissão das faturas já com o gráfico histórico de utilização de seu Cliente. O Made4Graph ainda conta com TR069 onde é possível gerenciar os roteadores de Clientes, Relatórios para auxílio na proatividade com clientes e muitas outras funções. Para saber mais é bem fácil, fale conosco através do WhatsApp que um de nossos consultores irá auxiliar e tirar todas as suas dúvidas. Clique aqui para falar diretamente em nosso contato: 43 98485-4013

O que fazer antes de uma janela de manutenção?

No dia a dia da área de Redes e Internet é muito comum os Provedores de Internet (ISPs) terem uma necessidade de executar algumas determinadas alterações em horários controlados, sempre que possa existir algum risco considerável à Rede, devido a alguma implementação, migração de equipamento, etc e a essa ação damos o nome de janela de manutenção

A Made4it surge para suprir as necessidades do mercado, que vem exigindo cada vez mais soluções personalizadas.