RU e MRU no Wi-Fi 7: Eficiência, Latência e Potência para ISPs
A Revolução do Wi-Fi 7: Como RU e MRU Estão Reinventando a Comunicação Sem Fio O Caos do Tráfego de Dados e a Necessidade de Novas “Rodovias” A analogia entre redes de computadores e grandes rodovias urbanas nunca foi tão precisa. Ambientes densos, com centenas de dispositivos conectados, transformam canais de frequência em avenidas congestionadas. O Wi-Fi 7 surge como resposta técnica a essa limitação, com dois avanços fundamentais: RU (Resource Unit) e MRU (Multi-Resource Unit). Esses novos mecanismos operam como verdadeiros engenheiros de tráfego digital, otimizando a alocação de espectro, reduzindo latência e garantindo maior eficiência espectral. OFDMA e RU: Dividindo a Rodovia com Inteligência Desde o Wi-Fi 4 (802.11n), a multiplexação por divisão ortogonal de frequência (OFDM) já era usada para transmitir dados em múltiplas subportadoras simultaneamente. Com o Wi-Fi 6, o OFDMA trouxe a ideia de RU — divisões menores da subportadora — que permitem múltiplos dispositivos transmitirem dados simultaneamente dentro do mesmo canal, alocando diferentes tamanhos de RU conforme a necessidade. Contudo, havia uma limitação: cada dispositivo podia usar apenas uma RU por transmissão. Isso gerava latência em aplicações mais pesadas, mesmo com espectro ocioso. MRU: A Combinação Inteligente de Recursos O Wi-Fi 7 rompe essa limitação com o conceito de MRU. Agora, é possível agrupar múltiplas RUs contíguas ou não contíguas para formar um bloco lógico maior. Isso permite que dispositivos com grandes volumes de dados transmitam com mínima latência e maior throughput, utilizando o espectro de forma muito mais eficiente. Essa flexibilidade é crucial em cenários como indústrias, hospitais e cidades inteligentes. Puncturing: Evitando a Interferência Sem Sacrificar o Canal Outro avanço no Wi-Fi 7 é o puncturing. Diferente do Wi-Fi 6, onde subportadoras interferidas eram inutilizadas, o Wi-Fi 7 permite isolar essas faixas comprometidas e manter as demais operando normalmente. Isso aumenta drasticamente a resiliência a interferências. O Que o MRU Melhora na Prática Especificação Wi-Fi 6 Wi-Fi 7 Largura de Canal Até 160 MHz Até 320MHz Modulação 1024-QAM 4096-QAM Velocidade Máxima 9,6 Gbps 46 Gbps MRU + Puncturing Não disponível Implementado Eficiência com MRU Limitada Até 40% de ganho Fonte: Broadcom, Intel, Qualcomm Aplicações Avançadas com MRU Eficiência, Flexibilidade e Inteligência RU e MRU não apenas aumentam a velocidade — eles redefinem a arquitetura de comunicação sem fio. O Wi-Fi 7 representa uma mudança estrutural, baseada na alocação dinâmica e inteligente do espectro. O futuro da conectividade passa por soluções flexíveis e escaláveis. E nessa nova realidade, RU e MRU são os pilares que permitirão redes adaptativas, resilientes e verdadeiramente otimizadas.Se sua empresa está avaliando como migrar para uma arquitetura Wi-Fi 7 ou explorar os benefícios do RU e MRU, nosso time pode ajudar. Botão Centralizado Fale conosco
RU and MRU on Wi-Fi 7: Efficiency, Latency and Power for ISPs
The Wi-Fi Revolution 7: How RU and MRU Are Reinventing Wireless Communication The Chaos of Data Traffic and the Need for New “Highways” The analogy between computer networks and large urban highways has never been more accurate. Dense environments with hundreds of connected devices turn frequency channels into congested avenues. Wi-Fi 7 has emerged as a technical response to this limitation, with two fundamental advances: RU (Resource Unit) and MRU (Multi-Resource Unit). These new mechanisms operate as true digital traffic engineers, optimizing spectrum allocation, reducing latency and ensuring greater spectral efficiency. OFDMA and RU: Dividing the Highway with Intelligence Since Wi-Fi 4 (802.11n), orthogonal frequency division multiplexing (OFDM) has been used to transmit data on multiple subcarriers simultaneously. With Wi-Fi 6, OFDMA brought the idea of RU – smaller divisions of the subcarrier – which allow multiple devices to transmit data simultaneously within the same channel, allocating different RU sizes as needed. However, there was a limitation: each device could only use one RU per transmission. This led to latency in heavier applications, even with idle spectrum. MRU: The Intelligent Combination of Resources Wi-Fi 7 breaks this limitation with the MRU concept. Multiple contiguous or non-contiguous RUs can now be grouped together to form a larger logical block. This allows devices with large volumes of data to transmit with minimal latency and higher throughput, using the spectrum much more efficiently. This flexibility is crucial in scenarios such as industries, hospitals and smart cities. Puncturing: Avoiding Interference Without Sacrificing the Channel Another advance in Wi-Fi 7 is puncturing. Unlike Wi-Fi 6, where interfered sub-carriers were rendered unusable, Wi-Fi 7 makes it possible to isolate these compromised bands and keep the others operating normally. This dramatically increases resilience to interference. What MRU Improves in Practice Specification Wi-Fi 6 Wi-Fi 7 Channel width Up to 160 MHz Up to 320MHz Modulation 1024-QAM 4096-QAM Maximum speed 9.6 Gbps 46 Gbps MRU + Puncturing Not available Implemented Efficiency with MRU Limited Up to 40% gain Source: Broadcom, Intel, Qualcomm Advanced applications with MRU Efficiency, Flexibility and Intelligence RU and MRU don’t just increase speed – they redefine wireless communication architecture. Wi-Fi 7 represents a structural change, based on dynamic and intelligent spectrum allocation. The future of connectivity lies in flexible and scalable solutions. And in this new reality, RU and MRU are the pillars that will enable adaptive, resilient and truly optimized networks.If your company is considering how to migrate to a Wi-Fi 7 architecture or explore the benefits of RU and MRU, our team can help. Centralized button Contact us
RU y MRU en Wi-Fi 7: Eficacia, latencia y potencia para los ISP
La revolución Wi-Fi 7: Cómo RU y MRU están reinventando la comunicación inalámbrica El caos del tráfico de datos y la necesidad de nuevas “autopistas” La analogía entre las redes informáticas y las grandes autopistas urbanas nunca ha sido más acertada. Los entornos densos con cientos de dispositivos conectados convierten los canales de frecuencia en vías congestionadas. Wi-Fi 7 ha surgido como respuesta técnica a esta limitación, con dos avances fundamentales: RU (Unidad de Recursos) y MRU (Unidad de Recursos Múltiples). Estos nuevos mecanismos funcionan como verdaderos ingenieros de tráfico digital, optimizando la asignación del espectro, reduciendo la latencia y garantizando una mayor eficiencia espectral. OFDMA y RU: Dividir la autopista con inteligencia Desde Wi-Fi 4 (802.11n), se ha utilizado la multiplexación por división ortogonal de frecuencias (OFDM) para transmitir datos en varias subportadoras simultáneamente. Con Wi-Fi 6, OFDMA aportó la idea de RU -divisiones más pequeñas de la subportadora- que permite a varios dispositivos transmitir datos simultáneamente dentro del mismo canal, asignando diferentes tamaños de RU según sea necesario. Sin embargo, había una limitación: cada dispositivo sólo podía utilizar una RU por transmisión. Esto provocaba latencia en las aplicaciones más pesadas, incluso con espectro ocioso. MRU: La combinación inteligente de recursos Wi-Fi 7 rompe esta limitación con el concepto de MRU. Ahora se pueden agrupar varias RU contiguas o no contiguas para formar un bloque lógico mayor. Esto permite a los dispositivos con grandes volúmenes de datos transmitir con una latencia mínima y un mayor rendimiento, utilizando el espectro de forma mucho más eficiente. Esta flexibilidad es crucial en escenarios como industrias, hospitales y ciudades inteligentes. Pinchar: Evitar las interferencias sin sacrificar el canal Otro avance de Wi-Fi 7 es la perforación. A diferencia del Wi-Fi 6, en el que las subportadoras interferidas quedaban inutilizadas, el Wi-Fi 7 permite aislar estas bandas comprometidas y mantener las demás funcionando con normalidad. Esto aumenta drásticamente la resistencia a las interferencias. Qué mejora MRU en la práctica Especificación Wi-Fi 6 Wi-Fi 7 Anchura del canal Hasta 160 MHz Hasta 320 MHz Modulación 1024-QAM 4096-QAM Velocidad máxima 9,6 Gbps 46 Gbps MRU + Perforación No disponible Implementado Eficiencia con MRU Limitada Hasta un 40% de ganancia Fuente: Broadcom, Intel, Qualcomm Aplicaciones avanzadas con MRU Eficacia, flexibilidad e inteligencia RU y MRU no sólo aumentan la velocidad: redefinen la arquitectura de la comunicación inalámbrica. Wi-Fi 7 representa un cambio estructural, basado en la asignación dinámica e inteligente del espectro. El futuro de la conectividad depende de soluciones flexibles y escalables. Y en esta nueva realidad, RU y MRU son los pilares que permitirán redes adaptables, resistentes y verdaderamente optimizadas. Si tu empresa se está planteando cómo migrar a una arquitectura Wi-Fi 7 o aprovechar las ventajas de RU y MRU, nuestro equipo puede ayudarte. Botón centrado Hable con nosotros
AI in the NOC: How to reduce incident resolution time with AIs
Using Artificial Intelligence to Accelerate Incident Management Processes Artificial Intelligence (AI) is revolutionizing many areas of technology, and IT monitoring management is no exception. Since version 6.0 of Zabbix, the community has been exploring ways to integrate AI into its functionalities. With the release of version 7.0 and the growing popularity of AI, new solutions have emerged to facilitate critical processes in the monitoring environment. In this article, we’ll show you how we used an AI solution to optimize incident management at Made4NOC, speeding up problem resolution and adding value to our customers. At Made4NOC, we deal with an average of 600 events every day, including incidents and resolutions. To ensure fast and effective service, it is essential that our team has access to detailed information about each incident, such as causes, possible solutions and recommendations to prevent recurrences. However, for new team members, analyzing complex events can be an initial challenge. That’s why we saw AI as an opportunity to optimize our processes and facilitate the work of both beginners and experienced technicians. Before detailing the solution, it’s important to understand how our incident handling workflow works. Whenever a trigger is triggered and appears on the Made4NOC dashboard, our analysts start the service by marking the trigger as recognized. During the resolution process, they add messages describing the steps taken, continually updating the event history. This allows us to create an information-rich repository for future occurrences of the same trigger. Based on this flow, we adapted an existing solution in the Zabbix community to meet the needs of our scenario. We used a base created by the community and made adjustments and customizations to integrate it into the Made4NOC environment. We developed a script that automatically collects event information, such as the trigger name, problem description and update history, and sends this data to the AI. The system then processes the information and returns: This data is sent to the AI, which processes it and returns: The result is presented directly in the incident management interface with just two clicks. This solution provides not only more agility in analyzing the incident, but also greater precision in diagnosis and resolution. In addition, we are able to pass on detailed information to customers and the consulting team in a clear and efficient manner. The integration of Artificial Intelligence into our Made4NOC workflow is the first step on our journey into the world of AI. This solution, developed based on contributions from the Zabbix community and customized for our context, is already bringing significant results by adding agility and quality to our customers’ service. We are excited about the possibilities for the future and believe that AI will continue to play a key role in transforming IT monitoring. If you’re interested in this solution or want to find out more about our services, don’t waste any time! Contact us and find out how we can help take your operation to the next level. Centralized buttons Contact us Learn more
IA en el NOC: resuelve incidentes informáticos en segundos
Utilizar la Inteligencia Artificial para Acelerar los Procesos de Gestión de Incidentes La Inteligencia Artificial (IA) está revolucionando muchos ámbitos de la tecnología, y la gestión de la supervisión informática no es una excepción. Desde la versión 6.0 de Zabbix, la comunidad ha estado explorando formas de integrar la IA en sus funcionalidades. Con el lanzamiento de la versión 7.0 y la creciente popularización de la IA, han surgido nuevas soluciones para facilitar los procesos críticos en el entorno de supervisión. En este artículo, te mostraremos cómo utilizamos una solución de IA para optimizar la gestión de incidencias en Made4NOC, acelerando la resolución de problemas y añadiendo valor a nuestros clientes. En Made4NOC, tratamos una media de 600 eventos diarios, entre incidentes y resoluciones. Para garantizar una respuesta rápida y eficaz, es esencial que nuestro equipo tenga acceso a información detallada sobre cada incidente, como causas, posibles soluciones y recomendaciones para evitar que se repitan. Sin embargo, para los nuevos miembros del equipo, analizar acontecimientos complejos puede ser un reto inicial. Por eso vimos en la IA una oportunidad para optimizar nuestros procesos y facilitar el trabajo tanto de los principiantes como de los técnicos experimentados. Antes de detallar la solución, es importante entender cómo funciona nuestro flujo de trabajo de gestión de incidencias. Cada vez que un desencadenante se activa y aparece en el panel de control de Made4NOC, nuestros analistas inician el servicio marcando el desencadenante como reconocido. Durante el proceso de resolución, añaden mensajes que describen los pasos dados, actualizando continuamente el historial de sucesos. Esto nos permite crear un repositorio rico en información para futuras ocurrencias del mismo desencadenante. Basándonos en este flujo, adaptamos una solución existente en la comunidad Zabbix para satisfacer las necesidades de nuestro escenario. Utilizamos una base creada por la comunidad e hicimos ajustes y personalizaciones para integrarla en el entorno de Made4NOC. Hemos desarrollado un script que recoge automáticamente información del suceso, como el nombre del desencadenante, la descripción del problema y el historial de actualizaciones, y envía estos datos a la IA. A continuación, el sistema procesa la información y la devuelve: Estos datos se envían a la IA, que los procesa y los devuelve: El resultado se muestra directamente en la interfaz de gestión de incidencias con sólo dos clics. Esta solución proporciona no sólo más agilidad en el análisis del incidente, sino también mayor precisión en el diagnóstico y la resolución. Además, pudimos transmitir información detallada a los clientes y al equipo de asesores de forma clara y eficaz. Integrar la Inteligencia Artificial en nuestro flujo de trabajo en Made4NOC es el primer paso en nuestro viaje al mundo de la IA. Esta solución, desarrollada a partir de las aportaciones de la comunidad Zabbix y personalizada para nuestro contexto, ya está dando resultados significativos al añadir agilidad y calidad al servicio de nuestros clientes. Estamos entusiasmados con las posibilidades de futuro y creemos que la IA seguirá desempeñando un papel clave en la transformación de la supervisión informática. Si te interesa esta solución o quieres saber más sobre nuestros servicios, ¡no pierdas el tiempo! Ponte en contacto con nosotros y descubre cómo podemos ayudarte a llevar tu empresa al siguiente nivel. Botones centralizados Contacta con nosotros Más información
Como a IA transforma o NOC: da detecção à solução em segundos
Utilizando Inteligência Artificial para Acelerar Processos de Gestão de Incidentes Seu time de TI já passou horas tentando entender por que a rede caiu?Enquanto isso, o suporte fica lotado, os clientes reclamam e a pressão só aumenta. E se, em vez de buscar a causa manualmente, você recebesse em segundos um diagnóstico preciso, as ações recomendadas e como evitar que isso se repita?É exatamente isso que a Inteligência Artificial no Made4NOC faz. O desafio: 600 incidentes por dia No Made4NOC, monitoramos redes críticas de ISPs, empresas e instituições.São cerca de 600 eventos diários que exigem atenção e resposta imediata. Para técnicos experientes, identificar a causa raiz é mais rápido.Mas para quem está começando, o processo pode levar horas e cada minuto conta quando há clientes impactados. Por isso, identificamos na IA uma oportunidade para otimizar nossos processos e facilitar o trabalho tanto de iniciantes quanto de técnicos experientes. Como funciona a IA no Made4NOC Com a chegada do Zabbix 7.0, a comunidade ganhou novas funções de Inteligência Artificial.Nós fomos além: adaptamos essas funções para o monitoramento em tempo real e para o nível de exigência que o Made4NOC demanda. Sempre que uma trigger é acionada e aparece na dashboard do Made4NOC, nossos analistas iniciam o atendimento marcando a trigger como reconhecida. O fluxo é simples e poderoso: Esse registro não é só burocracia. Ele constrói um banco de conhecimento rico, pronto para acelerar a resolução de incidentes futuros. Personalização Made4NOC Partimos de uma base criada pela comunidade Zabbix e reconstruímos para nossa realidade.Desenvolvemos um script que: O retorno da IA vem afiado: Velocidade e precisão O resultado aparece na interface de gestão de incidentes em dois cliques.O analista ganha: É assim que a IA no Made4NOC transforma um incidente crítico em uma resolução quase imediata mantendo a rede estável, o SLA intacto e o cliente satisfeito. Conclusão A IA no Made4NOC é apenas o começo.O que hoje acelera diagnósticos e aumenta a precisão das respostas vai, em breve, transformar completamente a forma como monitoramos redes. Combinamos o melhor da comunidade Zabbix com personalizações feitas para a cada realidade.O resultado? Mais agilidade, mais qualidade e clientes atendidos no tempo certo. E estamos só aquecendo.O próximo passo é ampliar o uso da IA para prever falhas antes mesmo de acontecerem — e isso já está no nosso radar. Se você quer ver essa tecnologia trabalhando dentro da sua operação, não espere. Fale conosco: Botões Centralizados Fale conosco Saiba mais
Tendências de T.I para 2025: O Que Sua Empresa Precisa Fazer Agora?
As Principais Tendências de TI e Telecom para 2025 O documento reúne insights de líderes de mercado que apresentam as tendências globais e suas aplicações no cenário brasileiro: A IA será o grande pilar da transformação digital, impulsionando automação, personalização e eficiência. O uso de dados para decisões estratégicas será obrigatório. A necessidade de processamento descentralizado e respostas rápidas colocará o Edge Computing no centro da inovação, aliado ao crescimento das soluções em nuvem. A infraestrutura de 5G terá um papel decisivo, viabilizando redes mais rápidas e o desenvolvimento de soluções avançadas, como cidades inteligentes e automação industrial. A TI Verde e as práticas ESG ganharão destaque, com a otimização do uso energético e adoção de soluções sustentáveis em Data Centers. A qualidade no atendimento e a redução do churn serão diferenciais competitivos. Empresas focadas na excelência e na adoção de ferramentas de gestão se destacarão. A Visão da Made4IT – Guilherme Ganascim Em meio a essas tendências, Guilherme Ganascim, Diretor Comercial da Made4IT, trouxe reflexões valiosas na página 54 do relatório. Ele reforça que o grande desafio para 2025 será manter a base de clientes em um mercado saturado, destacando três estratégias fundamentais: Como Guilherme destaca: “A banda larga não é mais apenas sobre velocidades e preços, mas sim sobre proporcionar uma melhor qualidade de experiência.” A Made4IT, com sua experiência em soluções tecnológicas inovadoras, se posiciona como parceira essencial para empresas que buscam excelência no atendimento e inovação em suas operações. Outros Destaques no Relatório O IPV7 Predictions também contou com contribuições de líderes de outras empresas que compartilham uma visão alinhada às principais tendências para 2025: Vero Internet – Fabiano Ferreira, CEO, prevê que o 5G, aliado à Inteligência Artificial, será a base para personalização e otimização de serviços, indo além da conectividade para soluções integradas. Zadara – Robson Andrade, Country Manager, destaca a consolidação do Edge Computing, essencial para lidar com o aumento de dados e demandas em tempo real, impulsionados pelo IoT. Elea Digital Data Centers – Wesley Barbosa, Diretor Comercial, reforça o potencial do Brasil para se tornar um polo global de IA, com sua matriz energética limpa e capacidade de expansão em infraestrutura digital. Essas empresas, assim como a Made4IT, estão na linha de frente da inovação, com estratégias claras para enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades em 2025. Conclusão: Preparando-se para um Futuro de Inovação e Qualidade O IPV7 Predictions 2025 é um mapa essencial para líderes que desejam se antecipar às mudanças e liderar o mercado. Tendências como IA, Edge Computing, 5G e ESG apontam para um futuro onde a inovação e a qualidade da experiência do cliente serão fatores determinantes. A Made4IT, com sua contribuição de Guilherme Ganascim, reitera seu compromisso em oferecer soluções robustas e personalizadas, ajudando empresas de TI e telecom a se posicionarem com excelência no mercado. DONWLOAD O EBOOK IPV7. Predictions 2025.pdf
Atualizações 2.8.3-Made4Graph e Correções de Bugs.
Adições Correções Conheça nossas soluções e descubra como podemos impulsionar seu negócio!Fale conosco e confira:
Configuring L2VPN with SRv6 on Huawei: Hands-on with SRv6
Welcome, dear readers and network enthusiasts! If you’ve made it this far, it’s because you’ve already survived the theory of SRv6 (Segment Routing IPv6) in our first two articles. If you haven’t already, I recommend taking a look at them so you don’t feel as lost as a packet without a router.After all, nobody wants to be the lost packet on the network, right? In the first chapters of our SRv6 saga, we delved into the concepts and theory behind the protocol. If you don’t remember, go there and review the articles: https://made4it.com.br/srv6-um-sucessor-do-mpls/https://made4it.com.br/srv6-um-sucessor-do-mpls-parte-2/ Now it’s time to get your hands dirty and see how it all works in practice. It’s like building a LEGO Millennium Falcon after reading the instruction manual. Let’s put this structure together step by step! Get your terminals ready, buckle up and let’s take off in this basic SRv6 configuration lab. If you’re ready to turn theory into practice and master yet another networking Jedi skill, join me! The laboratory The aim of the lab is to create a simple topology with SRv6, using ISIS as the IGP and BGP to signal L2VPN. We will use the “END-DX2” SID to transport L2VPN within our SRv6 environment. For our lab we are using 6 Huawei NE40E-M2K routers (V800R022C10SPC500), acting as nodes in the IPv6 Segment-Routing network. We also have 2 Mikrotik routers (RouterOS 7.6), simulating the network CEs. Physical topology: Topology with IPv6 addressing: Topology with services: We can see from the topologies that someone certainly likes coffee a lot. Without further ado, let’s get down to business. Configuration roadmap Easy Peasy. Task 1: Configure IS-IS on all routers. First, we configured IS-IS as the level 2 routing protocol on all routers, enabling IPv6. R1: R2: Follow the configuration of the other routers according to the documentation. Task 2: Configure Loopbacks with IS-IS support Configure the Loopback interfaces on each router with IPv4 and IPv6 addresses and enable IS-IS. R1: R2: Follow the configuration of the other routers according to the documentation. Task 3: Configure link networks with IS-IS support Configure the Ethernet interfaces interconnected between the routers with IPv6 addresses and enable IS-IS. R1 – Ethernet3/0/1- Connected to router R2. R1 – Ethernet3/0/3 – Connected to router R3. Follow the configuration of the other routers according to the documentation. Task 4: Enable SRv6 globally Configure SRv6 on each router, defining source addresses and locators, and integrating them with IS-IS R1: R2: Follow the configuration of the other routers according to the documentation. Task 5: Configure BGP with L2VPN support on PEs Configure BGP with EVPN and L2VPN support on the edge routers (R1 and R6), creating BGP sessions between them. R1: R6: Task 6: Create EVPN/EVPL and SID End.DX2 on PEs Configure the EVPN/EVPL instances and associate the appropriate SRv6 locators on the edge routers. R1: R6: Task 7: Link EVPL to interfaces with ECs Associate the EVPL instances with the interfaces connected to the client routers (CEs). R1: R6: Task 8: Checks Once configured, let’s do some checks on the technologies involved: 8.1: Adjacencies of the IGP. Confirm the IS-IS adjacencies between the routers. Once configured, let’s do some checks on the technologies involved: 8.2: IS-IS route table. Below is the output of router R1’s routing table: One nice thing we’ve noticed here is routes for “Locator” prefixes (/64). In other words, the environment already knows in its routing table the prefix used for the SRv6 of each of the nodes in the topology 😊 8.3: BGP table “EVPN” of router R1, to ensure that we have the session between R1 and R6 required for VPWS. We can see that R1 has an established and functional session with router R6. R1’s routing table also shows an ESI for R6 in RD 200:1. So far, everything is ready for the environment to transition to VPWS. 8.4: EVPL on router R1 and R6. Below, the output of router R1. We see in R1 that the EVPL is UP, and the tunnel used to transit the packets within the network is of the “SRv6-BE” type (Segment Routing IPv6 – Best Effort). This indicates that the VPWS is closed and functional between the head-end and tail-end and also that the transport tunnel between the PEs is using SRv6. 8.5: Local SID table for router R1: Looking at the local table of SIDs allocated to R1, we see not only the SID configured for VPWS but also some SIDs of type “END” and type “END.X”. What really matters to us at the moment is the “End.DX2” SID, which says that anything sent to the IPv6 address 2001:db8:1:1::a/128 will be delivered to our VPWS. If you’re curious what the other SIDs are all about, stay tuned for future blog posts 😀 8.6: Configuration and communication of ECs. Interfaces of ECs 1 and 2, with an IPv4 address for communication. ARP table from CE1 and a ping to CE2, confirming connectivity between the CEs. Neighbors LLDP in CE1, showing the path being “Transparent” from the ECs point of view. 8.7: While CE1 is exchanging pings with CE2, a packet capture on router R1’s interface to the rest of the SRv6 network has the following output: EVPN packets are encapsulated and, when they are forwarded to the SRv6 network, the “destination address” becomes 2001:db8:6:6::A, this being the “SID” END.DX2″. The most interesting thing about SRv6 is that the package is “IPv6”. If our environment contained only SRv6-supporting PEs, the rest of the network would know how to forward traffic without any problems 😊 Summary In this lab, we explore the configuration of an L2VPN tunnel using SRv6, showing the basic configurations of each device. SRv6, with its advanced capabilities, is proving to be a promising technology for the networks of the future. To explore the application of SRv6 in your network, contact Made4IT, a specialist in the field. We can help you migrate from MPLS to SRv6, working on the coexistence of these protocols. Complete configurations Download this complete lab, with topologies,
Configurando L2VPN com SRv6 em Huawei: Mãos na Massa com SRv6
Bem-vindos, caros leitores e entusiastas de redes! Se você chegou até aqui, é porque já sobreviveu à teoria do SRv6 (Segment Routing IPv6) nos nossos dois primeiros artigos. Se ainda não conferiu, recomendo dar uma olhada neles para não se sentir perdido como um pacote sem roteador.Afinal, ninguém quer ser o pacote perdido na rede, certo? Nos primeiros capítulos da nossa saga SRv6, mergulhamos nos conceitos e na teoria por trás do protocolo. Se por acaso você não lembra, dê um pulo lá e revise os artigos: https://made4it.com.br/srv6-um-sucessor-do-mpls/https://made4it.com.br/srv6-um-sucessor-do-mpls-parte-2/ Agora, chegou a hora de sujar as mãos e ver como tudo isso funciona na prática. É como construir uma Millennium Falcon de LEGO depois de ler o manual de instruções. Vamos juntos montar essa estrutura passo a passo! Prepare seus terminais, afivele seus cintos e vamos decolar nesse laboratório de configuração básica de SRv6. Se você está pronto para transformar teoria em prática e dominar mais uma habilidade de Jedi das redes, venha comigo! O laboratório O objetivo do laboratório é criar uma simples topologia com SRv6, usando ISIS como IGP e o BGP para sinalizar a L2VPN. Utilizaremos o SID “END-DX2” para transportar a L2VPN dentro do nosso ambiente SRv6. Para nosso laboratório estamos utilizando 6 roteadores Huawei NE40E-M2K (V800R022C10SPC500), atuando como nós da rede Segment-Routing IPv6. Também temos 2 roteadores Mikrotik (RouterOS 7.6), simulando os CEs da rede. Topologia física: Topologia com endereçamento IPv6: Topologia com serviços: Vemos nas topologias que certamente alguém gosta muito de café. Sem mais delongas, vamos ao que interessa. Roadmap de configuração Easy Peasy. Task 1: Configurar IS-IS em todos os routers. Primeiro, configuramos o IS-IS como protocolo de roteamento de nível 2 em todos os roteadores, habilitando IPv6. R1: R2: Siga a configuração dos demais roteadores conforme documentação. Task 2: Configurar Loopbacks com suporte a IS-IS Configure as interfaces Loopback em cada roteador com endereços IPv4 e IPv6 e habilite o IS-IS. R1: R2: Siga a configuração dos demais roteadores conforme documentação. Task 3: Configurar redes de enlace com suporte a IS-IS Configure as interfaces Ethernet interconectadas entre os roteadores com endereços IPv6 e habilite o IS-IS. R1 – Ethernet3/0/1- Conectada ao roteador R2. R1 – Ethernet3/0/3 – Conectada ao roteador R3. Siga a configuração dos demais roteadores conforme documentação. Task 4: Habilitar SRv6 globalmente Configure o SRv6 em cada roteador, definindo endereços de origem e locators, e integrando-os ao IS-IS R1: R2: Siga a configuração dos demais roteadores conforme documentação. Task 5: Configurar BGP com suporte a L2VPN nos PEs Configure o BGP com EVPN e suporte a L2VPN nos roteadores de borda (R1 e R6), criando sessões BGP entre eles. R1: R6: Task 6: Criar EVPN/EVPL e SID End.DX2 nos PEs Configure as instâncias EVPN/EVPL e associe os locators SRv6 apropriados nos roteadores de borda. R1: R6: Task 7: Vincular a EVPL a interfaces com os CEs Associe as instâncias EVPL às interfaces conectadas aos roteadores clientes (CEs). R1: R6: Task 8: Verificações Após configurado, vamos fazer algumas verificações das tecnologias envolvidas: 8.1: Adjacências do IGP. Confirme as adjacências do IS-IS entre os roteadores. 8.2: Tabela de rotas do IS-IS. Abaixo, a saída da tabela de rotas do roteador R1: Algo legal que notamos aqui é rotas para os prefixos de “Locator” (/64). Ou seja, o ambiente já conhece na sua tabela de rotas o prefixo usado para o SRv6 de cada um dos nodes da topologia 😊 8.3: Tabela BGP “EVPN” do roteador R1, para assegurar que temos sessão entre o R1 e R6, necessários para o VPWS. Vemos que o R1 possui uma sessão com o roteador R6 estabelecida e funcional. A tabela de roteamento do R1 também mostra um ESI para o R6 no RD 200:1. Até aqui, tudo preparado para o ambiente transitar a VPWS. 8.4: EVPL no roteador R1 e R6. Abaixo, a saída do roteador R1. Vemos no R1 que a EVPL está UP, e o túnel utilizado para transitar os pacotes dentro da rede é do tipo “SRv6-BE” (Segment Routing IPv6 – Best Effort). Isso indica que a VPWS está fechada e funcional entre o head-end e tail-end e também que o túnel de transporte entre os PEs é usando o SRv6. 8.5: Tabela local de SIDs do roteador R1: Olhando para a tabela local de SIDs alocados ao R1, vemos não só o SID configurado para a VPWS mas também alguns SIDs do tipo “END” e do tipo “END.X”. O que realmente interessa para nós neste momento é o SID “End.DX2” que diz que qualquer coisa enviada para o endereço IPv6 2001:db8:1:1::a/128 será entregue na nossa VPWS. Caso tenha curiosidade do que se trata os demais SIDs, fique ligado nos próximos posts do blog 😀 8.6: Configuração e comunicação dos CEs. Interfaces dos CEs 1 e 2, com um endereço IPv4 para comunicação. Tabela ARP do CE1 e um “ping” com destino ao CE2, confirmando conectividade entre os CEs. Neighbors LLDP no CE1, mostrando o caminho sendo “Transparente” do ponto de vista dos CEs. 8.7: Enquanto o CE1 esta trocando “pings” com o CE2, uma captura de pacotes na interface do roteador R1 com destino ao restante da rede SRv6 tem a seguinte saída: Os pacotes da EVPN são encapsulados e, ao serem encaminhados a rede SRv6, o “destination address” se torna o 2001:db8:6:6::A, sendo este o “SID” END.DX2”. O mais interessante do SRv6 é o fato desse pacote ser “IPv6”. Caso o nosso ambiente contivesse apenas os PEs com suporte a SRv6, o restante da rede saberia encaminhar o tráfego sem problema algum 😊 Resumo Neste laboratório, exploramos a configuração de um túnel L2VPN utilizando SRv6, mostrando as configurações básicas de cada dispositivo. O SRv6, com suas capacidades avançadas, demonstra ser uma tecnologia promissora para as redes do futuro. Para explorar mais sobre a aplicação do SRv6 em sua rede, conte com a Made4IT, especialista no assunto. Podemos te ajudar no processo de migração de MPLS para SRv6, trabalhando na coexistência desses protocolos. Configurações completas Baixe este laboratório completo, com topologias, configurações e roadmap aqui: